quarta-feira, 30 de julho de 2014

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL - ATUALIZAÇÕES DIA 30/07

Hoje falaremos sobre um tema já batido pela mídia que são as sanções econômicas impostas pelos EUA e União Européia e mais notícias da escalada mundial rumo a hipotética Terceira Guerra Mundial.

Um grupo de batalha do Reino Unido vai participar de um grande exercício de treinamento militar com outras forças da OTAN para "tranquilizar" os aliados no Leste da Europa, durante um período de elevadas tensões regionais, o Ministério das Relações Exteriores anunciou.
No maior compromisso com a região desde 2008, o grupo de batalha completo do Reino Unido será composta de 1.350 funcionários e mais de 350 veículos blindados e outros.
As tropas de infantaria ligeira do 1 º Batalhão, o duque de regimento de Lancaster, também vai participar no Exercício Sabre no final de agosto - um exercício liderada pelos Estados Unidos, envolvendo 16 membros da OTAN e países parceiros, que também está ocorrendo na Polônia.

Comandante da Europa (na OTAN), o general Philip Bridlav, disse que o número de tropas russas ao longo da fronteira entre a Ucrânia e a Rússia continua a crescer.
Segundo ele, o número de militares russos é muito maior do que a 12.000 - relata UNIAN.
"Estamos vendo um movimento (pessoas e equipamentos) do Distrito Militar Central da Rússia, na região de Rostov, onde eles vão passar por treinamento e estão se movendo em direção à fronteira", - disse o general.

FONTE: DIÁRIO DA RÚSSIA - Rússia reage às sanções econômicas anunciadas pelo Japão!
A Rússia considerou como hostil a decisão do Japão de aplicar sanções econômicas contra o país. Na segunda-feira, 28, o governo nipônico divulgou comunicado, admitindo ter determinado o congelamento dos ativos de personalidades e empresas russas, alegando as tentativas de desestabilização política da Ucrânia e a reincorporação da Crimeia pela Rússia.
A resposta russa foi apresentada em nota oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros, divulgada nesta terça-feira, 29. “O governo do Japão deve se conscientizar de que a introdução de sanções complementares contra a Rússia, em 28 de julho, irá prejudicar, inevitavelmente, todo o complexo de relações bilaterais e fazê-las retroceder. Qualificamos a imposição pelo Japão das chamadas (sanções complementares) em relação à Rússia como um passo hostil e míope, que se baseia no conceito profundamente errôneo das causas reais dos atuais acontecimentos na Ucrânia.”

FONTE: VEJA - Moscou: EUA sofrerão 'prejuízos reais' por sancionar Rússia
Os Estados Unidos sofrerão "prejuízos" como consequência do novo pacote de sanções econômicas aprovadas contra a Rússia em função da crise na Ucrânia, advertiu nesta quarta-feira o Ministério das Relações Exteriores russo. "Os prejuízos reais por essa destrutiva e míope política serão notórios para Washington", informa uma nota difundida pela chancelaria. Moscou também acusou o governo americano de se "vingar da Rússia por sua política independente" na Ucrânia.

União Europeia – As críticas da diplomacia russa também não pouparam a União Europeia (UE). O ministério russo das Relações Exteriores acusou Bruxelas de realizar uma política ditada pelos Estados Unidos. "A política da UE hoje já não está baseada em fatos verificados, mas está ditada por Washington", declarou o ministério em seu comunicado, garantindo que as medidas restritivas são uma prova da "incapacidade da UE de desempenhar um papel autônomo nos assuntos mundiais". Segundo os russos, outra consequência das sanções será o aumento do preço do gás que é exportado para países europeus. "As sanções farão de forma inevitável os preços no mercado da energia na Europa subirem", acrescenta a nota, ressaltando que "colocar obstáculos à cooperação com a Rússia no âmbito energético constitui uma medida irreflexiva e irresponsável".

FONTE: TERRA - Rússia barra produtos da Polônia por sanções ocidentais!
A Rússia anunciou nesta quarta-feira um embargo à maioria das importações de frutas e vegetais da Polônia e disse que pode estender as restrições ao resto da União Europeia, em sua primeira aparente retaliação pelas sanções do Ocidente impostas no dia anterior por conta da crise na Ucrânia.
Moscou, que compra mais de 2 bilhões de euros de frutas e vegetais da UE por ano, maior mercado de exportação desse tipo de produtos, disse que a proibição se dá por motivos sanitários. Produtores poloneses de frutas disseram que a proibição era política, embora a Rússia tenha negado isso.

FONTE: DW - Obama afirma que tensões com a Rússia não levarão a nova Guerra Fria
Os Estados Unidos ampliaram nesta terça-feira (29/07) suas sanções à Rússia devido ao suposto apoio do país aos separatistas no leste da Ucrânia, mas o presidente Barack Obama rejeitou insinuações de que o crescente distanciamento nas relações russo-americanas marcaria o início de uma nova Guerra Fria.
"Não é uma nova Guerra Fria", disse Obama a jornalistas. "É uma questão muito específica relacionada à falta de vontade da Rússia de reconhecer que a Ucrânia pode traçar seu próprio caminho."

FONTE: GLOBO - EUA anunciam novas sanções contra Rússia por crise na Ucrânia!
O presidente Barack Obama declarou nesta terça-feira (29) que os Estados Unidos se juntaram à União Europeia na imposição de novas sanções contra os setores de energia, indústria de armamentos e financeiro da Rússia, por seu apoio aos rebeldes no leste da Ucrânia.
De acordo com o Departamento do Tesouro dos EUA, o país aplicará sanções contra o banco VTB, o Banco de Moscou, o Banco de Agricultura da Rússia, e a empresa United Shipbuilding.
Com isso, a lista de bancos russos que recebem sanções dos EUA aumenta para quase todos os maiores bancos com mais de 50% participação estatal, com exceção do Sberbank.

Sanções europeias
Nesta terça mais cedo, os governos da União Europeia (UE) alcançaram um acordo para impor novas sanções econômicas à Rússia, tendo como alvo os setores de petróleo, defesa, materiais de uso civil e militar, e tecnologias sensíveis.
Reunidos em Bruxelas, os embaixadores dos 28 países membros do bloco discutiam desde cedo a adotação de novas sanções que incluiriam uma restrição aos bancos públicos russos de operar no mercado financeiro europeu, proibição à compra e venda de armamento militar, bem como restrições à venda de material com dupla utilização (civil e militar) ou destinado à indústria petrolífera russa.
Os europeus também decidiram bloquear os bens de quatro empresários russos ligados ao presidente Putin, acusados de se beneficiar da anexação da Crimeia ou de contribuir ativamente para a desestabilização do leste da Ucrânia.
Até o momento, a UE havia privilegiado sanções contra autoridades políticas e da segurança russas e ucranianas envolvidas diretamente na desestabilização da Ucrânia e na anexação da Crimeia, com a intenção de pressionar o governo russo a mudar de atitude em relação a crise.
Com esta nova série de sanções, o bloco dá um passo importante por tratar-se de medidas que atingirão pela primeira vez setores econômicos importantes da Rússia, assumindo o risco de prejudicar sua própria economia.

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