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domingo, 28 de junho de 2015

EDITORIAL: OS CAMINHOS DA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL! PARTE 1

Marcel Hirata, colunista líder do blog Sempre Guerra e da página no facebook, lança o seu mais recente editorial: Os Caminhos da Terceira Guerra Mundial. Hoje, a introdutória parte 1 de várias partes que virão.

Caros leitores do Sempre Guerra! É uma honra compartilhar meus pensamentos sobre as atualidades que nos cercam, apesar que muitos ainda não tem a mínima noção dos perigos que enfrentamos e os riscos de uma guerra total entre potências.

O blog e a página no facebook do Sempre Guerra, tem o importante objetivo de noticiar os fatos que, muitas vezes, passam despercebidas ou com pouca relevância pelas mídias convencionais. Objetivo este, cada vez mais difícil de ser cumprido pelos nossos administradores, já que temos que conciliar as nossas atividades pessoais com este projeto.

Diante de tais dificuldades, é raro lançarmos um editorial. Aproveito este domingo de "calmaria" no mundo para começar uma série de editoriais para que os nossos caros leitores reflitam sobre o que ocorre no mundo e o que está por vir.

O tema não poderia ser mais polêmico: A Terceira Guerra Mundial. Para muitos, se não a grande maioria, é uma utopia distante de ocorrer. Será mesmo?

Apresentarei então, nesta parte 1, apenas uma introdução deste tema bastante complexo e controverso.

EUROPA, OTAN E RÚSSIA:
No ano de 2014, foi um ano com as maiores tensões. Logo no início, as manifestações na Ucrânia chegaram ao seu ápice em fevereiro, o então presidente pró Rússia, Victor Yanukovich cai, dando sequência a uma série de eventos tensos como a queda do avião MH370, que foi abatido no leste ucraniano, a anexação da Criméia pela Rússia, após um referendo polêmico e o início de uma guerra civil no leste ucraniano entre grupos pró-Rússia e exército e grupos pró-Ocidente.

A partir de então, uma série de eventos desencadearam o que muitos chamam de a "nova guerra fria", a Europa e OTAN, liderados pelos EUA começam a acusar a Rússia de cometer expansionismo e de elevar as tensões nunca antes vistas desde a última guerra fria.

Diante de tais argumentos, países membros da OTAN e parceiros, liderados pelos americanos, aprovam uma série de sanções econômicas contra a Rússia. O que fez a economia do país estagnar.

Em retaliação, a Rússia fez o mesmo, bloqueando a compra de alimentos da Europa, dando oportunidades a países neutros como o Brasil.

A corrida armamentista e os jogos de guerra ganharam força total neste período. A OTAN, liderada pelos americanos e países aliadas da Rússia, se desafiaram em jogos de guerra cada vez mais próximos das fronteiras inimigas, podendo desencadear um sério conflito militar.

ÁFRICA E ORIENTE MÉDIO:
Neste mesmo período, outros eventos paralelos ocorrem, a ascensão do Estado Islâmico na Síria e Iraque, do Boko Haram na Nigéria, Al-Shabab na Somália e outros grupos terroristas em locais com uma política frágil, que crescem com o hiato das potências nestas regiões. 

Há um grupo que defende que estes grupos terroristas, principalmente o Estado Islâmico, seja uma criação ou tenha recebido ajuda dos EUA, de Israel e/ou da Arábia Saudita, este último pelo fato do grupo EI ser sunita, que é a maioria na Arábia.

Sendo patrocinado por estes países ou não, a ascensão do Estado Islâmico tem ocupado os outros inimigos dos EUA, de Israel e Arábia. Grupos sunitas como a Al-Qaeda, rebeldes sírios, Al-Nusra e  recentemente o Hamas, além do xiita Hezbollah e governos de maioria xiita como a Síria, Iraque e o Irã, além dos grupos curdos ao norte do Oriente, ficaram  ocupados para a guerra contra o Estado Islâmico, que tem sido a principal prioridade para muitos.

Com a preocupação com o EI, os EUA, Israel e Arábia tem ficado em segundo plano de seus inimigos.

Apesar dessa vantagem, já se observa que o EI ganha força a cada dia e ataques ousados ocorreram na França, na Austrália, na África e no próprio Oriente Médio. A preocupação do Ocidente agora é que se algum grupo se sobressair sobre os outros na guerra do Oriente Médio, este grupo sairá fortalecido e o principal alvo, sem dúvidas, será o Ocidente, que sofrerão com atentados cada vez mais mortais e assustadores.

Não podemos nos esquecer da guerra entre Hamas e Israel, ocorrido no meio do ano passado, uma questão não resolvida e sem solução que durará muito tempo.

ÁSIA:
A China também foi acusada de expansionista, com brigas por territórios no Mar da China com os seus vizinhos, que são aliados dos EUA.

Além das brigas por territórios no Mar da China, o país também tem tensões com seus territórios autônomos como Hong Kong e Taiwan. China acusa "influências externas" de influenciarem os separatistas.

Não esqueceremos também das tensões a Oeste do continente e leste europeu, como as tensões na Geórgia, entre Armênia e Azerbaijão e a região separatista da Moldávia, tudo herança não resolvida da última guerra fria. 

Em todas as partes do mundo, existem um ponto de tensão. Até mesmo na América do Sul, mais precisamente na Venezuela, onde o governo acusa os americanos de sabotarem economicamente o seu país. 

Seriam todos estes eventos interligados? Poderiam todos estes conflitos serem consequências de uma Terceira Guerra Mundial que, para alguns, já vivemos ou não acabaram com a última guerra fria de 91? Como sempre tenho dito, cabem aos nobres leitores tirarem as suas próprias conclusões, estes editoriais (outros virão) servem apenas para "provocar" estas conclusões. Uma boa semana a todos! 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

EDITORIAL: NUNCA TIVEMOS TÃO PRÓXIMOS DE UMA GUERRA MUNDIAL - PARTE 1: CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO.


EDITORIAL: NUNCA TIVEMOS TÃO PRÓXIMOS DE UMA GUERRA MUNDIAL - PARTE 1: CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO.

As crescentes tensões no mundo atual, com muitos países mergulhados numa devastadora crise econômica e sem soluções a curto prazo, assim como em 1929. Os pactos militares e pequenas guerras internas com ambos os lados apoiados por grupos e países maiores, assim como na década de 30, nos faz lembrar o prelúdio da Segunda Grande Guerra Mundial.

A cada dia que se passa na Síria, a tensão só piora. A batalha que começou como mais uma manifestação da Primavera Árabe, se tornou uma Guerra entre rebeldes (Exército da Síria Livre) contra as forças do Presidente Assad e semanas atrás, recebemos as notícias de que a Al Qaeda Iraquiano e Sírio, O Hezbollah, os Curdos e demais grupos rebeldes Xiitas e Sunitas, entraram para a briga que está se espalhando pelo Oriente Médio em proporções nunca antes vistas.

Uma Guerra Confusa

A questão é complicada de ser explicada, mas aqui no Sempre Guerra você entenderá a situação:
- A Síria é governado por um Alauita, apoiado pelos Xiitas e guerreiam contra o Exército da Síria Livre, controlado pelos Sunitas.
- O Hezbollah é um grupo Xiita que tem sua sede no Líbano.
- A Al Qaeda Iraquiana e Al Qaeda Sírio, são grupos terroristas que apoiam os Sunitas.
- Os Curdos, que lutam pela sua soberania em uma região da Síria e Iraque, se uniram aos Sunitas.
- O Iraque é Governado por Xiitas.
- O Irã é governado por Xiitas.
- A Turquia é governado por Sunitas.
- O Israel só assiste.
- O Hamas é Sunita, está em cima do muro por receber ajudas do Irã.

Então temos a seguinte situação: Assad, Hezbollah, com o apoio do Irã e Iraque e compram armas russas, de um lado. E de outro lado, os rebeldes sírios e os Curdos, com o apoio da Al Qaeda Iraquiana e Sírio e da Turquia e recebem armas americanas e russas, pois muitos rebeldes não sabem utilizar armas dos EUA, por isto, os rebeldes são instruídos na Turquia para o combate com armas americanas e da Otan.

Esta semana, o líder dos rebeldes sírios prometeu levar a guerra até o Líbano, se o Hezbollah não cessar os ataques em apoio ao presidente Assad.

O Irã e o Iraque já declaram publicamente que estão ajudando o Presidente Assad, causando um mal estar tremendo entre os líderes iraquianos com as forças da Otan no país.

A Guerra está se tornando Regional, quando países ou grupos do mesmo continente se gladiam, mas estamos a um passo de se tornar mundial.

E os Estados Unidos?

A declaração de que foi utilizado armas químicas na Síria pode ser um divisor de águas nesta guerra regional.

Mas pode parecer absurdo o que vou falar: Obama não quer esta guerra!

Alguns sites de política americana são céticos: Pura jogada política da oposição (pró-bush) que quer colocar Obama num caminho sem retorno.

Obama deu uma bola fora em dizer que a "linha vermelha" da Síria seria a utilização de armas químicas. A oposição, aproveitando a deixa do presidente, "achou" as tais armas químicas e querem uma resposta imediata do Presidente para o caso, eles querem a intervenção militar. O povo vê um retrocesso se uma intervenção militar for aprovada pelo presidente.

Obama terá que tomar uma decisão, se o Assad usou (ou usar) essas armas químicas: Invade a Síria e vê sua reputação cair a níveis tão baixas quanto a do Bush ou, deixa do jeito que está mas verá a credibilidade dos EUA caírem a níveis iguais da Coréia do Norte - Um cachorro medroso que só late, mas não morde.

Dependendo da decisão de Obama, podemos ter a intervenção dos EUA com o apoio da Otan em um país que tem uma base militar e apoio da Rússia, além de apoios da China, Irã e Iraque.

Ainda estamos no meio especulativo, onde o pior dos cenários pode acontecer se as peças serem movidas erroneamente neste jogo de nervos.

Marcel Hirata (Yusuke) para o Blog Sempre Guerra.

ACOMPANHEM AS NOTÍCIAS ATUALIZADAS EM NOSSO FACEBOOK: http://www.facebook.com/SempreGuerrablog

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Guerra síria, de mentiras e hipocrisia


Excelente texto publicado no OperaMundi

Já houve uma guerra no Oriente Médio com tanta hipocrisia? Uma guerra com tanta covardia e imoralidade, falsa retórica e humilhação pública? Não estou falando sobre as vítimas físicas da tragédia síria. Estou me referindo às mentiras e enganações de nossos mestres e de nossa opinião pública — oriental e ocidental — em resposta à matança, à pantomima perversa que mais lembra uma sátira de Swift do que Tolstoy ou Shakespeare.

Enquanto o Qatar e a Arábia Saudita armam e financiam os rebeldes da Síria para derrubar a ditadura alawita/xiita-Baathista de Bashar al-Assad, Washington não profere uma palavra de crítica contra eles. O presidente Barack Obama e sua secretária de Estado, Hillary Clinton, dizem que querem democracia na Síria. Mas o Qatar é uma autocracia e a Arábia Saudita está entre as mais perniciosas ditaduras-reinos-califados do mundo árabe. Os governantes dos dois estados herdam o poder de suas famílias — assim como Bashar — e a Arábia Saudita é aliada dos rebeldes salafistas-wahabistas da Síria, assim como foi um dos mais fervorosos apoiadores do medieval Talibã durante a idade da escuridão afegã.

De fato, 15 dos 19 sequestradores-assassinos em massa de 11 de setembro de 2001 vieram da Arábia Saudita, depois do que, naturalmente, bombardeamos o Afeganistão. Os sauditas estão reprimindo sua própria minoria xiita da mesma forma como pretendem destruir a minoria alawita-xiita da Síria. E acreditamos que a Arábia Saudita quer instalar uma democracia na Síria?

Temos então o partido-milícia xiita Hezbollah no Líbano, mão direita do Irã xiita e apoiador do regime de Bashar al-Assad. Por 30 anos, o Hezbollah defendeu os xiitas oprimidos do sul do Líbano contra a agressão israelense. Eles se apresentam como defensores dos direitos dos palestinos da Cisjordânia e de Gaza. Mas, diante do lento colapso de seu aliado implacável na Síria, perderam a língua. Não disseram uma palavra — nem mesmo Sayed Hassan Nasrallah — sobre os estupros e o assassinato em massa de civis sírios por soldados de Bashar e pela milícia Shabiha.

E temos também os heróis dos Estados Unidos — La Clinton, o secretário de Defesa Leon Panetta e Obama. Clinton divulgou uma “advertência” para Assad. Panetta — o mesmo homem que repetiu para os últimos soldados dos Estados Unidos no Iraque a velha mentira sobre a conexão de Saddam com o 11 de setembro — anunciou que as coisas “estão saindo do controle” na Síria. Mas isso está acontecendo há seis meses. Descobriu isso agora? E Obama nos disse na semana passada que “dado o estoque de armas químicas do regime, continuaremos a deixar claro para Assad… que o mundo está de olho”. Mas, não foi aquele jornal do Condado de Cork, chamado Skibbereen Eagle, que temendo a cobiça da Rússia em relação à China declarou “que estava de olho… no czar da Rússia?”. Agora foi a vez de Obama enfatizar o pouco que pode influir nos grandes conflitos do mundo. Bashar deve estar tremendo de medo.

Será que o governo dos Estados Unidos realmente gostaria de ver os atrozes arquivos da tortura de Bashar abertos para nós? É que, apenas alguns anos atrás, o governo Bush mandava muçulmanos para Damasco para que os torturadores de Bashar arrancassem suas unhas em troca de informação, presos a pedido do governo dos Estados Unidos no mesmo buraco infernal que os rebeldes sírios implodiram na semana passada. As embaixadas ocidentais diligentemente ofereciam aos torturadores as perguntas que deviam ser feitas às vítimas. Bashar, vejam bem, era nosso bebê.

Ah, existe aquele país da vizinhança que nos deve muita gratidão: o Iraque. Na semana passada, sofreu em um dia 29 ataques a bomba em 19 cidades, com a morte de 111 civis e ferimentos em outros 235. No mesmo dia, o banho de sangue da Síria consumiu um número parecido de inocentes. Mas o Iraque estava no pé da página, enterrado abaixo da dobra, como dizem os jornalistas; porque, naturalmente, nós demos liberdade ao Iraque, uma democracia jeffersoniana, etc, etc, não é verdade? Então essa matança a leste da Síria não tem a mesma importância, certo? Nada que fizemos em 2003 levou ao que o Iraque sofre hoje, certo?

Por falar em jornalismo, quem na BBC World News decidiu que os preparativos para as Olimpíadas deveriam preceder no noticiário os ultrajes da Síria na semana passada? Os jornais britânicos e a BBC no Reino Unido naturalmente deveriam destacar as Olimpíadas, como notícia local. Mas, em uma decisão lamentável, a BBC — transmitindo para o mundo — também decidiu que a passagem da tocha olímpica era mais importante que crianças sírias morrendo, ainda que os despachos viessem do corajoso repórter da emissora, diretamente de Aleppo.

E, naturalmente, há nós, os queridos liberais que rapidamente enchem as ruas de Londres para protestar contra a matança israelense de palestinos. Justo, com certeza. Quando nossos líderes políticos se contentam em condenar os arábes por sua selvageria mas se mostram muito tímidos para dizer uma palavra de tênue crítica quando o exército israelense comete crimes contra a humanidade — ou assiste a aliados fazendo isso no Líbano –, gente comum deve relembrar ao mundo que não somos tão tímidos quanto nossos líderes. Mas quando a matança na Síria atinge de 15 mil a 19 mil pessoas — talvez 14 vezes mais que as mortes causadas pela investida selvagem de Israel em Gaza, em 2008-2009 — praticamente nenhum manifestante, a não ser pelos exilados sírios, foi para as ruas condenar estes crimes contra a humanidade. Os crimes de Israel não atingem esta escala desde 1948. Certo ou errado, a mensagem é simples: demandamos justiça e direito à vida para árabes se eles forem massacrados pelo Ocidente ou seus aliados israelenses;  mas não quando eles são massacrados por outros árabes.

E enquanto isso, nos esquecemos da “grande” verdade. Que esta é uma tentativa de esmagar a ditadura síria não por causa de nosso amor pelos sírios ou nosso ódio pelo nosso ex-amigo Bashar al-Assad, ou por causa de nosso ódio pela Rússia, cujo lugar está garantido no panteão dos hipócritas quando vemos a reação do país às pequenas Stalingrados que se espalham na Síria. Não, esta guerra é sobre o Irã e nosso desejo de esmagar a República Islâmica e seus planos nucleares infernais — se eles existirem — e não tem nada a ver com direitos humanos ou com o direito à vida ou à morte dos bebês sírios. Quelle horreur!

Fonte: OperaMundi

Outras Notícias:

Os rebeldes se apoderaram nesta segunda-feira (30/7) de um posto estratégico que lhes permite enviar reforços e munições aos seus companheiros de armas em Aleppo, campo de batalha entre insurgentes e regime, que sofreu um novo revés com a deserção de mais um diplomata em Londres.
Esta passagem para Turquia é vital para os rebeldes que instalaram seu quartel general neste país. E caso os opositores consigam o controle total de Aleppo (355 km ao norte de Damasco), vão criar uma "zona de segurança" no norte da Síria, daí a importância desta batalha. O Exército não avançou nem um metro.

Os militares sírios intensificaram sua campanha para expulsar os rebeldes da cidade de Aleppo, onde os combatentes dizem resistir firmemente, prometendo transformar a maior cidade do país na "tumba do regime".

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, estão trabalhando para acelerar "a transição política" e a saída de Bashar al Assad na Síria, afirmou a Casa Branca nesta segunda-feira (30).
Os dois líderes tiveram uma conversa telefônica nesta segunda e manifestaram sua "preocupação crescente" no que diz respeito aos "ataques impiedosos do regime sírio contra seu próprio povo, o mais recente em Aleppo", disse o governo americano em comunicado.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Raro momento silencioso

Lindo Pôr do Sol em momento silencioso e único... Mas ninguém tem medo de Escuridão?

Caros amigos que acompanham o blog Sempre Guerra, raramente dou uma opinião pessoal sobre os acontecimentos e fatos, prefiro que as informações postadas aqui falem por si só, mas hoje gostaria de deixar registrado a minha opinião pessoal sobre os fatos que estão ocorrendo pelo mundo e acho que todos tem o direito de saber.

Não é segredo para ninguém, as informações estão na mídia como um todo, mas o excesso de informação atrapalha e ás vezes é bem difícil saber que fonte de notícias tem a razão. Neste momento, devemos usar os nossos instintos para saber o que deve ser o certo e também o errado, ser imparcial e buscar informações (mesmo as que você não concorde, sempre há um fundo de verdade) encaixar peças certas no grande jogo mas nunca chegar numa conclusão, já que o jogo do poder sempre muda em todo o mundo e em todo o instante e "concluir" num momento como este em que vivemos, neste ano de 2012, considero precipitação.

Infelizmente, ninguém conseguirá prever se alguma catástrofe vai acontecer, independente se for pelas mãos humanas ou pela natureza, tudo isto depende de uma série de fatores, algumas mirabolantes.

Muitos blogs (inclusive o meu) e até grandes sites já falaram sobre a hipotética Terceira Guerra Mundial ou grandes catástrofes que, como todos sabem e estão todos bem vivos, não aconteceu. O problema está neste ponto...

Com tantas notícias sobre muitos eventos que ocorreram ou estão por vir, muitas vezes trazidas ao público de uma maneira sensacionalista ou excessiva, acaba condicionando o público, as massas, ou seja, todo o mundo, que tudo isto parece natural, que "nada vai acontecer" ou "só aconteceu isto...". Mas para aqueles que estão realmente "ligados" ao que está acontecendo, é algo tão surreal que não deveríamos chegar tão perto do perigo como estamos chegando, um ponto sem retorno para alguns.

Um exemplo é o que acontece na Síria: Qual seria a sua reação depois de ver uma reportagem sobre a morte de 200 pessoas em atentados neste final de semana? Aceitaria normalmente?

Agora... E se fosse um atentado que matassem 200 pessoas nos EUA? Sua opinião certamente mudaria...

 Portanto, meus amigos, peço que leiam todos os tipos de informações, do meu blog, dos blogs amigos e até mesmo da mídia convencional e aquelas consideradas manipuladas para se chegar perto de uma conclusão (mas nunca finalizar), não se precipitem, questionem, fiquem sempre alertas e não aceitem condições. Independente do país  no exemplo que passei acima, a perda de vidas humanas é terrível e inaceitável. O que os grandes governos e elites querem é ver as massas "condicionadas" para fazerem o que querem e certamente o farão, cedo ou tarde.

Vendo o cenário mundial atual, temos uns dias de calmaria... As guerras cessaram (temos apenas alguns pontos de conflitos), as peças estão no tabuleiro em um grande jogo de nervos, ambos os lados esperando um deslize do inimigo ou do amigo... São uma série de fatores: pode acontecer tudo e também pode continuar não acontecendo nada, espero que a mensagem atinja o seu objetivo em tempo certo.

Antes de fechar o post, vejam esta notícia... Se acham que está tudo bem, é melhor reler o meu post.

sábado, 16 de junho de 2012

Editorial: Tensão na Síria cresce, os caminhos para a Grande Guerra

Mundo se aproxima de um ponto sem retorno...

É sabido que os insurgentes sírios são proxies americanos treinados e fornecido pelos EUA ou aliados como a Turquia, com o objetivo de desestabilizar a Síria para criar uma desculpa para a derrubada do regime de Assad.

Síria já rebateu esse plano, solicitando ajuda a russa para estabilizar a nação dos rebeldes estrangeiros patrocinados e garantir a paz.

Na Rússia, o presidente Putin colocou uma Divisão de Pára-quedistas, uma Divisão de Infantaria e uma Brigada de Forças Especiais em alerta para a implantação na Síria. A divisão russa normalmente tem cerca de 12.000 pessoas: Portanto, cerca de 30.000 homens estão em alerta para a implantação.

Como essa força russa se prepara para implantação, outra força russa chegou à Base Naval russo em Tartus para preparar a base contra qualquer ataque.

Na superfície, parece haver nenhuma razão racional para os russos se envolverem com o que seria apenas mais um "Afeganistão" na Síria. Ou isso é algum tipo de blefe ou há algum propósito oculto por trás deste alerta.

Isso é apenas uma artimanha ou os russos estão se preparando para ir a Geórgia ou um dos países pró-ocidentes na região, em reação a um ataque à Síria?

Em resposta, as nações ocidentais exigiram que a Missão de Observadores seja suspenso devido a preocupações de segurança e os observadores estão agora confinados a bases locais.

Os EUA e aliados estão agora se movendo rapidamente para um ataque militar contra a Síria antes que as tropas de paz russos sejam implantados.

Os EUA estão chamando a situação na Síria de "um momento crítico" e está em consultas de emergência com os seus aliados.

Tanto o Irã quanto a Síria disseram que qualquer ataque contra a Síria resultaria em um ataque de resposta maciça contra Israel.

Ao mesmo tempo, Israel afirma que um foguete foi disparado do Sinai e caiu no deserto ao norte de Eilat durante a noite. Israel já avisou que, se tal evento ocorreu, eles conduzirão uma operação em Gaza contra o Hamas.

Israel também está advertindo que eles vão atacar o Hezbollah, se todas as armas do Hezbollah forem movidos para fora de suas instalações de armazenamento da Síria para o Hezbollah no Líbano. Hezbollah está se preparando para mover tais armas, por medo da instabilidade da Síria.

A probabilidade de uma guerra regional aumentou consideravelmente durante as últimas 24 horas e isso pode vir mais cedo do que o esperado...

Yusuke - Sempre Guerra

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Editorial: O Brasil e os Títulos Americanos


O buraco é mais embaixo, para que todos entendam.

Em primeiro lugar, entendam que o Brasil "paga" pela nossa soberania... não preciso dizer mais nada né?

Estou ficando assustado com o que estou lendo em muitos blogs e sites, por isto, resolvi criar este post.

Para quem não sabe, o Brasil adquiriu Bilhões em Títulos da Dívida Pública dos Estados Unidos nos últimos meses. Opção criticada por muitos.

De fato, concordo fortemente que tem que se investir em infra-estrutura e fazer reformas tributárias gradualmente. Esta reserva serviria bem para isto... Mas, se fecha um banco aqui no Brasil, com que reservas teremos para cobrir este banco? Tem que ter reservas, estamos num sistema capitalista, não tem jeito! Ainda não existe um sistema perfeito, todos os outros caíram, o último foi o Socialismo da União Soviética. Talvez o sistema mais perfeito seja o Socialismo-Capitalista da China, mas isto é tema para outro post.

Esta reserva, geralmente é adquirida pelo Banco Central em compras de dólar, para evitar que a moeda desvalorize ainda mais perante ao Real. Agora... É melhor manter as nossas reservas em dólar cada vez mais desvalorizado ou investe em algo mais sólido?

De fato, não foi uma escolha que agrade, pois se o governo precisar dessas reservas, vai ter que vender com um deságio enorme, ás vezes até mais barato que a sua aquisição, mas pela minha visão, o governo não tinha o que fazer e ainda damos ao luxo de não "precisar" destes títulos, caso os americanos quebrem.

Talvez pudéssemos ser mais ousados, "flutuamos" sobre o Yuan Chinês ao invés do Dólar ou ainda comprássemos a moeda chinesa ao invés dos tais Títulos Americano... Mas não vivemos no "Mundo de Maravilhas". Se comprássemos hoje, amanhã a OTAN estaria em nossas fronteiras "procurando terroristas da Al-Qaeda no Brasil" ou "Milhões estariam nas ruas para derrubar o Regime de Dilma" hehehe.

Mas vamos voltar um pouquinho no tempo, anos 80 e 90, quando vivemos um período de Austeridade para colhermos os frutos que o Governo tem colhido nos últimos anos. O Brasil emitiu muitos títulos públicos e não conseguiu honrar, dando de garantia até títulos de Estatais. Imagine quem comprou estes títulos que foram convertidos em títulos da Petrobrás, por exemplo, hoje está sorrindo á toa.

O mesmo pode acontecer nos EUA, se eles não honrarem suas dívidas, os títulos podem ter os bens públicos como garantia. Por que muitos economistas criticam a posição dos EUA em relação a China? Pois muitos sabem que a China pode ser "DONA" dos EUA em alguns anos e os americanos agora toma do "veneno" de seu sistema Capitalista Globalizada! Até o Bin Laden, se estivesse vivo, poderia ter títulos americanos...

Sobre a nossa Dívida Pública... Sim, a imprensa mentiu e feio em dizer que não temos mais dívidas... Oh! Somos credores do FMI agora! Que seja... dívidas públicas sempre teremos, é natural no Capitalismo, o governo precisa emitir títulos para girar o seu fluxo de caixa para investimentos ou garantias em caixa, repito: Isto é Natural! Quem quiser comprar, dê uma passada no site do Tesouro Nacional: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/ rende mais que a poupança...

Muitos criticam a aquisição desta dívida em títulos com taxas acima de 12,5% e compara com a aquisição dos títulos americanos que rendem 2%... Oras, pagamos pelo nosso passado! Se emitíssemos títulos com 2% de rentabilidade, ninguém iria comprar! Regra geral: o que vale mais? Um título de um país de terceiro mundo ou um título de um país desenvolvido? A taxa do FMI é maior que 15%....

Pois bem, sem delongas, o mundo não é perfeito, este é o sistema que nós criamos e agora arcamos com as consequências... Desculpe escrever assim, sem nenhuma concordância e bem corrido, é que estou bem ocupado últimamente ;D

Yusuke
Sempre Guerra

domingo, 12 de junho de 2011

Entenda o Caso Battisti


A libertação do ex-ativista político Cesare Battisti é alvo de protestos e ameaças na Itália. As famílias das vítimas cobram do governo italiano retaliação em relação ao Brasil. As autoridades italianas, por sua vez, reiteraram, em comunicado, que vão recorrer à Corte de Haia. Mas ainda não há data para ingressar com a ação. A imprensa italiana divulgou hoje (10) o primeiro dia de Battisti em liberdade.

O jornal Corriere Della Sera, um dos principais da Itália, informou em uma das reportagens de capa que Battisti reclamou do clima seco de Brasília. Mas, segundo o advogado dele, Luís Roberto Barroso, a queixa não se transformou em um problema.

No jornal La Repubblica, o destaque é para a reação das famílias das vítimas. Nos anos 70, na Itália, Battisti foi condenado à revelia à prisão perpétua por participação de quatro assassinatos. Os parentes dos mortos afirmaram que a não extradição e a libertação do ex-ativista representam uma absolvição para ele.

Para os ministérios da Justiça e das Relações Exteriores da Itália, a decisão da Suprema Corte do Brasil não pode encerrar o caso Battisti. As autoridades anunciaram que irão recorrer à Corte de Haia. No recurso, os italianos pretendem afirmar que o Brasil descumpriu um tratado de extradição que tem com a Itália, assim como transgrediu os princípios do direito internacional.

O argumento dos italianos é uma reação à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que rejeitou a extradição e autorizou a libertação imediata de Battisti, preso no Brasil desde 2007. 'A equipe italiana irá ativar imediatamente outro mecanismo possível de proteção judicial", diz o texto. O comunicado informa que a alternativa analisada é recorrer ao Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, para rever a decisão, "que não corresponde aos princípios gerais do direito e às obrigações contidas no direito internacional'.

Ontem (9), o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, negou que a decisão sobre Battisti atrapalhará as relações com a Itália. De forma semelhante reagiu o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia. Ele disse que o assunto está sob responsabilidade do Judiciário e não do Executivo.


SEMPRE GUERRA: Agora explicarei o que aconteceu nas relações Brasil x Itália. Antes de mais nada, entendo a indignação de muitos, pois olhando superficialmente para o caso, o Brasil protegeu um acusado de  terrorismo com a decisão do Lula e a confirmação do STF. Mas tem muita coisa por trás de tal decisão.

Primeiramente, gostaria de dizer que as posições brasileiras e italianas sempre foram de harmonia na OMC, ONU e demais órgãos internacionais, assim como suas relações bilaterais, então o que explica a escala de tensão dos dois países?

Por que o Lula disse não á Itália? Certamente o nosso então presidente, concordaria sem hesitar em enviar Cesare Battisti de volta a Itália para ser julgado... O problema foi como veio este pedido de nosso parceiro europeu: "Envie Battisti de volta, ou terão consequências desagradáveis..." Espera um pouco! Não era nosso parceiro em todos os assuntos, que ameaça foi esta?

Então o Lula disse não e o STF consolidou. No dia seguinte, Berlusconi recebeu os jornalistas em uma grande sala e deixou uma frase no ar: "Querem que declaremos guerra ao Brasil?" Os jornalistas olharam perplexos e então Berlusconi mudou de foco e voltou a criticar a decisão do STF como todos na Itália fizeram seguindo o script.

A retaliação italiana virá, será mais difícil as relações bilaterais em comércio exterior, o possível ingresso do Brasil em uma cadeira fixa na ONU e até mesmo acordos militares com a Itália e toda União Européia. Dizem até que o país europeu não virá na Copa e Olimpíadas no Brasil. 

Que seja! Por mais que o país seja um de Terceiro Mundo, que nunca seremos potência um dia ou as nossas armas nem chegam a 10% das armas da OTAN, como os jornais italianos e europeus disseram... Não dá mais para abaixar a cabeça e aceitar condições impostas de potências militares e países desenvolvidos.

Sei que haverão críticas aqui no Blog, posso até ser censurado, mas esta foi a minha opinião.

Yusuke - Sempre Guerra

domingo, 9 de janeiro de 2011

Editorial: Sudão se separará, Ocidente apóia região com petróleo...

Neste domingo, todos Atlas e Enciclopédias podem se tornar obsoletas. 
Entenda com o SEMPRE GUERRA, o motivo da separação do Sudão.

O Sudão do Sul quer se separar do resto do país. As diferenças religiosas e de costumes podem pesar no plebiscito programado para este domingo (09/01/11) no maior país do norte africano.

Como você, caro leitor do nosso Blog, pode ter reparado na mídia, há um grande "encanto" envolvendo este plebiscito. Imagens de pessoas felizes, cantando e vibrando na rua, enfim... a tão sonhada paz pode reinar na região, depois de sangrentos confrontos nos anos 90/2000, numa guerra civil entre o Norte e o Sul! Será mesmo?

Investigamos o verdadeiro motivo de tanta ajuda internacional para este plebiscito... Poderia ser mais um qualquer se não houvesse um produto cobiçado no meio: O PETRÓLEO.

Sim, sempre ele, o PETRÓLEO. O Sul, de maioria cristã e que é rica em PETRÓLEO, recebe ajuda internacional, principalmente dos EUA, como podemos verificar na reportagem do TERRA:

O sul, majoritariamente cristão, deseja separar-se do norte, dominado pelos muçulmanos. 
Observadores locais e internacionais, como o Centro Carter, a União Europeia e a Liga Árabe divulgarão avaliações preliminares alguns dias depois do referendo, mas a data dos primeiros resultados ainda não foi anunciada.
Os Estados Unidos, altamente envolvidos na preparação do referendo, enviaram ao Sudão o senador John Kerry e o enviado especial da Casa Branca Scott Gration. Durante o referendo, que começa no domingo e se extenderá até o dia 15, os sudaneses do sul deverão escolher entre manter a unidade do Sudão ou dividir o país.
A realização do referendo está prevista no acordo de paz assinado em 2005 entre norte e sul, que pôs fim a uma guerra civil de mais de 20 anos.

Pois é, o país gringo que invadiu Afeganistão e Iraque, também ricos em PETRÓLEO, ajuda o Plebiscito no lado Sul. Coincidência, não?

Agora, pensem que o Norte deixará tudo em Paz? O ESTADÃO publicou uma matéria a respeito, deixo um trecho dela e tirem suas conclusões...

Um relatório da organização Global Witness afirma que o Sudão precisa de mais transparência na divisão dos lucros da produção de petróleo para manter a paz na região.
O documento diz que as suspeitas sobre como esses lucros são divididos aumentaram muito a desconfiança entre as regiões norte e sul do país. A maioria do petróleo vem de poços no sul do Sudão, mas a infraestrutura está no norte.

Enfim, descobriram a África! Esperamos já com um sorriso desanimador no rosto que não haja maiores conflitos nesta região... Últimas palavras do Editorial com Capitão Nascimento:

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Editorial: Um Silêncio Tenebroso...

A Paz pode ser boa em muitos aspectos. Mas quando há um Silêncio numa situação de iminência ataque, até mesmo a Paz se torna tenebrosa neste silêncio.

A História é a nossa eterna professora, nos ensinam para não repetirmos os erros do passado. Sempre disse isto em alguns posts relevantes do nosso Blog. E ela está nos querendo dizer algo novamente... Talvez alguns não consigam escutá-la... Ou simplesmente não querem escutar.

Inúmeros eventos aconteceram no passado, semelhante a este momento em que vivemos agora, com um Silêncio Tenebroso da nossa Mídia Convencional. É impressionante que nos últimos dias, desde os ataques da Coréia do Norte contra a do Sul e o mistério dos mísseis e quedas de diversas aeronaves militares na América do Norte, tudo isto em Novembro, não tenha acontecido mais nada em nenhum lugar do mundo, neste momento presente. Talvez estamos próximos a uma iminente guerra ou um grande passo dela.

Houve uma longa linha de eventos que vêm se acumulando para isso. Conforme bem explicado por um Editorial publicado no Global Research (A marcha para a Guerra: Foi em 11 de Setembro o início da Terceira Guerra Mundial?), talvez a Terceira Guerra Mundial tenha começado no dia 11 de Setembro de 2001:
As invasões das forças da OTAN e americana no Afeganistão e no Iraque estão claramente ligados a 11 de setembro de 2001. Estes eventos também estão relacionados com as ameaças militares contra o Irã e a Síria, as tensões no Líbano e na África Oriental, assim como ameaças dirigidas dos EUA e da OTAN  contra a China e a Rússia. Neste sentido, os historiadores do futuro poderão dizer que a Terceira Guerra Mundial poderia ter começado em 11 de setembro de 2001, ou que os trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001 foram um prelúdio para a III Guerra Mundial.
Nestes últimos 9 anos, tivemos alguns conflitos regionais, como a de Israel contra o Líbano em 2006 ou da Rússia contra a Geórgia em 2008. Mas tudo que tem ocorrido ultimamente aparenta apenas um grande preparativo para o que possa acontecer.

Isto bélicamente falando, poderíamos citar ainda neste Editorial as Crises Financeiras dos EUA em 2008 e a do EURO em 2010, a Guerra Monetária, o crescimento Chinês e Declínio dos Americanos, a Guerra Cibernética e os vazamentos de informações do WikiLeaks, maior aparições de UFO's nos últimos anos e muitas outras informações que claramente contribuem para o cenário montado neste momento. Infelizmente, a Grande Mídia e o povo ainda não acordaram para este perigo.

Deixo minhas considerações finais para o Excelente Editorial (A marcha para a Guerra: Foi em 11 de Setembro o início da Terceira Guerra Mundial?):
Desde a invasão do Afeganistão, a guerra se espalhou para a Ásia Central, para a África, Oriente Médio, Paquistão e para o Cáucaso. O que está se aproximando no horizonte? É a "Guerra Global contra o Terror", outro nome para o "Grande Jogo?"

O "Grande Jogo" para o controle de toda a Eurásia, da Europa Oriental e do Médio Oriente à Ásia Central, está em andamento. Tensões internacionais estão se formando. Na Eurásia e no mundo inteiro há uma rivalidade geopolítica com EUA e levou aliança militar de blocos e uma contra-aliança russo-chinês-iraniana.

Existem inúmeras frentes que podem desencadear uma guerra mundial, mas o do Oriente Médio tem o maior risco. Se os ataques de Israel em 2006, ameaçou levar a uma guerra mundial, imagine um ataque contra o Irã. Um ataque israelense e americana contra o Irã e seus aliados, poderiam desenvolver-se rapidamente em uma guerra global com o uso de armas nucleares. 

Sei que muitos não vão levar a sério este Editorial do Sempre Guerra e isto de certa forma é muito bom pois, o objetivo do Blog não é chamar a atenção, bater recordes de visitações ou vender produtos do Fim do Mundo, muito menos Ouro e Prata. Nem eu e nem a equipe do Blog está interessada nisto. O nosso simples objetivo é de apenas noticiar o que a Mídia Convencional não divulga, neste silêncio tenebroso para a humanidade.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Editorial: Brasil Militar? Que seja assim

 Olá caros leitores do Blog Sempre Guerra! Quero primeiramente, agradecer as visitas dos fiéis leitores ao "nosso" Blog! Sim, nosso Blog, pois o Sempre Guerra foi criado como principal objetivo de compartilhar informações muitas vezes "abafadas" ou "esquecidas" pela Mídia Convencional.

Muitos foram os pedidos para eu voltar a escrever, não que a nova sistemática do Blog, de trazer informações e citar fontes de uma forma imparcial, não seja a sistemática ideal. Mas sentiram a falta de uma opinião sobre os fatos ocorridos, o que de certa forma, complementa a informação.

Deixei sim, de fato e momentâneamente, de expressar a minha opinião devido a críticas de alguns, que não concordavam com aquilo que eu expressava. Achei melhor então mudar essa sistemática. Para a minha surpresa, muitos pediram para eu voltar a escrever e, atendendo a pedidos, volto a escrever mas somente nos posts denominados "Editoriais" e deixarei os posts de notícias ainda com um perfil de imparcialidade. Assim, creio que atenderei o pedido de todos, afinal, como eu já comentei, este Blog é nosso!

Volto a escrever agora, num momento tão importante para a nossa Democracia ainda jovem, ontem (31/10/10) elegemos a nossa primeira Presidente mulher: Dilma Rousseff, a maioria quis o continuismo do governo Lula, mas as metas e os desafios serão outros para a nossa Nação a partir de agora.

Esperei as eleições se passarem, pois não gostaria de ser um "criador de opiniões" e interferir diretamente no voto de cada um. Mas há tempos gostaria de comentar sobre um Brasil cada vez mais Militarizado.

No post  "Brasil deixa claro: Não queremos a OTAN no Atlântico Sul. A Era Brasil já começou..." onde eu citei alguns investimentos militares feitos pelo governo brasileiro e sua oposição sobre a interferência da OTAN aqui no hemisfério Sul, recebí um comentário muito inteligente do nosso amigo "Zero" que levantou uma questão sobre os nossos investimentos no setor civil.

A Amazônia ficou menos interessante, agora são os campos petrolíferos que estão visados.
Nosso país devido a sua riqueza e potencialdade está ganhando muita importância...
Me surpreende até com algumas dessas peculiaridades bélicas que ele tem potencialidade expostas no teu blog.
Realmente há um assédio ao Brasil com convites/propostas/intercâmbios de negócios militares.
O Brasil tem/teve "padrinho" que nunca propôs nada do que está sendo oportunizado agora.
O país precisa sim ter sua soberania plena, pelo menos por enquanto deve trilhar esse caminho.
Por outro lado complica porque nossa educação, saúde etc mantêm-se caóticos...
e agora com militarização, a tendência é menos sobrar para a população.

De Fato, temos muito a melhorar em diversos setores civís, se não dizer em todos, alguns setores como a nossa saúde é precária em várias regiões do nosso Brasil. Talvez, se não houvesse corrupção, poderíamos estar falando agora de um país de Primeiro Mundo, porquê não?

Concordo também que a verba destes armamentos deveriam ir para Setores Civís, mas temos um problema neste ponto: O ser-humano é o bixo mais tenebroso do universo! A ganância predomina e lhe pergunto: se o Brasil não investir na sua defesa, a paz sempre predominará?

Não podemos contar com a sorte, mas isto militarmente falando. Me lembro do Editorial do Coronel de Infantaria e Estado-Maior, o Sr. Paulo Ricardo da Rocha Paiva, que publiquei aqui no Sempre Guerra. O nosso sistema militar necessita de maiores investimentos e não podemos nos acomodar:


Isto, lamentavelmente, é o que estamos vivenciando hoje. Agora admitimos inibições de poder que não permitem, não garantem as condições para que na terra brasileira possa viver um povo altivo e orgulhoso. Estamos sendo desrespeitados mesmo quando procuramos viabilizar a paz. É de se imaginar, se não somos considerados, o que acontecerá conosco em caso de guerra.

O Brasil tem assinado acordos bilionários com a Inglaterra e outros países da Europa para aquisição de armamento e tecnologia e "proteção" também.

Tenho certeza que o Brasil foi forçado a isto, assim como a India e outros países que estão se destacando no cenário internacional. Em curtas palavras: "Ou nos dê dinheiro ou invadiremos e faremos dinheiro".

A China também foi assim, desde os anos 80 e só agora está saindo dessa. Produzindo suas próprias tecnologias de guerra.

O Brasil talvez queira fazer a mesma coisa que a China fez, com uma diferença: A China é acusada de Plágio por diversos países em diversos projetos, Civís e Militares. Algumas décadas passadas, a China adquiriu vários Equipamentos Militares para todos os seus Poderes - Marinha, Aeronáutica e Exército, assinando acordos Bilionários por anos em contratos. Assim que eles criavam um protótipo no mínimo parecido, eles simplesmente cancelavam o acordo por possuir a sua própria tecnologia, muitas vezes plagiada de fato.

Já o Brasil, faz tudo dentro das Leis e Convenções Internacionais. Gastará Bilhões em projetos, o mais conhecido é o da Aeronáutica: O FX2. Porém, temos uma diferença da China, o projeto vai além de uma simples compra de caças modernos, queremos também a transferência de Tecnologia! Ou seja, não vamos plagiar e sim comprar aquela tecnologia e estudarmos para fazer protótipos iguais ou melhores com os nossos Engenheiros que são uns dos melhores do mundo.

Realmente somos reféns e demorará muito para sairmos disto. Parabéns aos chineses que conseguiram e tenho certeza que a nova "URSS" será a China. Vemos isto todos os dias nas notícias, o confronto de palavras entre a China e os EUA. As novas Guerras, Cibernética e Monetária  tem os dois poderosos como protagonistas.  As Tensões na Asia tem como objetivo desestabilizar a nação comunista. Esperamos que não vire um Conflito Militar que poderia ser sem precendentes.

O Ministério da Defesa do governo Lula agiu bem em começar a investir em Defesa. Estamos apenas engatinhando, demorará anos e anos, o continuísmo é fundamental para este projeto do Ministério da Defesa. O ministro Nélson Jobim é corajoso em "peitar" contra a influência da OTAN no Hemisfério Sul e deve se manter Ministro na administração da Dilma.

Para terminar este post, gostaria de deixar claro que não sou PTista, mas temos que tirar o chapéu para um governo que protegeu o nosso Sistema Econômico na última crise da bolha imobiliária de 2008 nos EUA que abalou o mundo e o seu comportamento na "Guerra Monetária" atual no mundo. O projeto militar, no governo Lula, que não víamos desde a época da Ditadura já veio tarde. Necessitamos de muito mais, não é tirar dinheiro de Setores Civís, mas também não podemos dar dinheiro "de graça" para os países militarmente desenvolvidos... Talvez futuramente usaremos este dinheiro para a nossa Saúde, Educação, Segurança Civil... Quem sabe falaremos de um Brasil, país de primeiro mundo?
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