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terça-feira, 24 de março de 2015

INGLATERRA PODE ENVIAR TROPAS A MALVINAS POR TEMER ARGENTINA!

De acordo com o jornal The Sun, é pelo avanço das relações da Argentina com a Rússia. Eles (os ingleses) iriam reforçar a segurança nas ilhas.
O Tabloide britânico "The Sun" coloca na primeira página que o governo britânico está pensando em enviar mais tropas para as Ilhas Falkland, por medo de uma possível invasão"Argentina". A publicação foi revelada nesta terça-feira, 24 de março em cobertura via Twitter.


Na mesma edição, The Sun informa que o governo argentino fez um acordo com o Presidente Vladmir Putin para recuperar as ilhas com a ajuda da Rússia.

Em sua denúncia controversa, a mídia britânica argumenta que "a Argentina está reconstruindo sua força aérea, com a ajuda do Kremlin". Além disso, há um "potencial desenvolvimento favorável de uma nova exploração de poços de petróleo nas águas das Ilhas Malvinas".

FONTE: http://noticias.terra.com.co/mundo/latinoamerica/inglaterra-enviaria-tropas-a-malvinas-por-miedo-a-argentina,90be1f1b9294c410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Brasil Rejeita ação da OTAN no Atlântico Sul. Mercosul repudia ação da Inglaterra nas Malvinas

 

Denise Chrispim Marin CORRESPONDENTE / WASHINGTON – O Estado de S.Paulo

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, apresentou formalmente aos Estados Unidos a rejeição do Brasil a qualquer interferência da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Atlântico Sul. Em conversas com autoridades americanas nos últimos dias, Jobim afirmou que o governo brasileiro vê com reservas as iniciativas de Washington de associação das duas áreas geoestratégicas do oceano.

A tese da “atlantização” da Otan tem sido reforçada especialmente pelos EUA, que conseguiram estender a ação dessa organização a regiões distantes do Atlântico Norte, como o Afeganistão.

“O Atlântico Sul responde a questões de segurança muito diferentes das do Atlântico Norte”, afirmou Jobim ao Estado. “A Otan não pode substituir a ONU”, acrescentou ele, referindo-se ao temor de os EUA se valerem dessa organização para promover ações multilaterais sem o respaldo do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Jobim já havia anunciado a preocupação brasileira em uma conferência no Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa, em setembro. Na ocasião, argumentou que uma interpretação literal do conceito de “atlantização” da Otan permitia a intervenção dessa entidade em qualquer parte do mundo e sob vários pretextos, especialmente o risco energético. Diplomatas brasileiros informaram que o governo tenta convencer sócios da Otan também parceiros comerciais do Brasil na área militar, como a França e a Itália, a desaprovar esse conceito.

Ontem, Jobim expôs a posição brasileira ao conselheiro de Defesa Nacional da Casa Branca, general James Jones. Na noite anterior, havia explicado a questão ao subsecretário de Estado para o Hemisférico Ocidental, Arturo Valenzuela. O tema foi explorado ainda pelo ministro em uma mesa-redonda na Universidade Johns Hopkins, ontem, da qual parlamentares americanos participaram.

Jobim explicou ao Estado que o Brasil não entrará em entendimento com os EUA sobre essa questão porque o país não ratificou a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982. A rigor, isso significa que a Casa Branca não é obrigada, por lei, a respeitar a plataforma continental de 350 milhas náuticas de distância e os 4.000 quilômetros quadrados de fundos marinhos do Brasil, que estão definidos pela convenção.

Essa situação traz preocupações especiais ao governo brasileiro em relação à exploração de petróleo na camada do pré-sal.

Fonte: Plano Brasil / Estado de SP

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 Tensão na América do Sul: Argentina acusa Inglaterra de Imperialistas

Chanceleres do Mercosul rejeitam manobras militares nas Malvinas 
Os chanceleres do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, expressaram nesta segunda-feira em comunicado conjunto seu “mais direto protesto” pela decisão do governo britânico de realizar manobras militares nas ilhas Malvinas.

Os ministros, que se encontram em Montevidéu para participar das reuniões do parlamento do Mercosul (Parlasul), ratificaram a “preocupação” do bloco por essa decisão do Reino Unido e apoiaram as recentes declarações da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e do Grupo do Rio neste sentido.

Também expressaram rejeição às declarações formuladas por fontes britânicas à imprensa nas quais indicavam que as manobras seriam “exercícios rotineiros” realizados há 20 anos nas ilhas.

Segundo os chanceleres do Mercosul, a conduta britânica gera “preocupação” e constituiria uma violação das normas de segurança da navegação da Organização Marítima Internacional (OMI).

Argentina apresentou, na última semana, um protesto formal perante a OMI e remeteu à ONU uma cópia do protesto que fez chegar ao Reino Unido por estas manobras nas ilhas, que os britânicos invadiram em 1833 e ocupam desde então.

Argentina e Reino Unido protagonizaram, em 1982, um enfrentamento bélico pelas Malvinas que deixou cerca de mil mortos e, desde então, o país sul-americano não deixou de reivindicar perante a ONU e outros organismos internacionais a soberania das ilhas, situadas a 400 milhas marítimas de seu litoral.

Fonte: Plano Brasil

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Tensão na América do Sul: Argentina acusa Inglaterra de Imperialistas


A América do Sul tem uma nova tensão: Argentina acusa os ingleses de imperialistas e deixam claro: Ações Militares nas Malvinas (Falkland) são provocativas

Exercícios Militares nas Ilhas Malvinas (Falkland):
A Argentina exige que a Inglaterra não realize manobras militares nas Ilhas Malvinas. O governo argentino denunciou que o governo inglês prepara-se para realizar manobras militares nas Ilhas Malvinas, território ocupado pela Grã Bretanha e que a Argentina reclama como pertencentes a seu país.

A nota de repúdio foi entregue à Embaixada da Inglaterra na capital da Argentina. E o embaixador argentino na ONU, Jorge Argüelo, confirmou que hoje leva cópia do protesto ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon.

Em comunicado oficial, governo argentino exige que os ingleses não realizem os exercícios que preveem disparos de mísseis a partir da ilha.

A nota do governo argentino diz ainda que se “trata de uma provocação inaceitável e capaz de gerar uma corrida armamentista na região, além de ir contra o desejo argentino de buscar uma solução pacífica para a disputa da ilha”.
Os exercícios militares vão contra uma resolução da ONU que visa evitar desconfiança e provocar ambiente belicoso.

Ainda em Nova York, na Assembléia Geral da ONU, a presidente da Argentina Cristina Kirchner, disse que as Ilhas Malvinas pertencem a seu país. E acusou a Inglaterra de bloquear o inicio das negociações solicitadas pela ONU.

A presidente da Argentina reclamou também que a Inglaterra faz prospecção de petróleo na região das ilhas, uma plataforma continental que pertence ao país sul-americano.

Fonte: Sul 21



Presidente da Argentina: "Colonialismo típico do século XIX"
A presidente da Argentina acusou a Marinha Real de se comportar como piratas depois que o Ministério da Defesa realizou testes militares nas Ilhas Malvinas.

Cristina Fernández de Kirchner, usou o site de rede social Twitter para atacar o governo britânico sobre os últimos ensaios balísticos no território disputado.

O presidente acusou a Grã-Bretanha de violar a lei internacional e com a marca da Marinha de "força de ocupação colonial".

"Grave, muito grave", Cristina Kirchner postou em seu feed do Twitter no fim de semana.

"Royal Navy, a força de ocupação colonial das Ilhas Falkland, relatórios de exercício militar com mísseis na costa leste da Malvinas.

"Colonialismo típico do século XIX. Anacrônica uso da força em violação do direito internacional. Eles não se importam. Um exemplo claro de padrões duplos.

Ela, então, fora assinado com a mensagem: "Conclusão ... Piratas para sempre? "

Seu ataque no Twitter veio poucos dias depois de um navio de guerra argentino fez um arrastão nas Malvinas e acusou-os de praticar pesca ilegal.
Fonte: Daily Mail

Disputa
Argentina e Grã-Bretanha mantêm uma extensa disputa diplomática pelas ilhas, situadas a 640 quilômetros da costa argentina.

Buenos Aires tentou um diálogo, mas Londres se negou a conversar, alegando que a soberania das ilhas é inegociável. A discrepância mais recente foi em relação às perfurações petrolíferas na região.

Uma invasão argentina em 1982 provocou uma guerra que deixou quase mil mortos. O confronto terminou poucas semanas depois com a rendição do país sul-americano. Mas a Argentina continuou, desde então, reclamando a soberania do território.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Crise das Malvinas 02.07.2010

 Prelúdio de uma nova guerra nas Malvinas?

Irritada com a prospecção de petróleo em águas das ilhas Malvinas, a Argentina tenta estrangular o comércio marítimo do arquipélago e enfrenta uma das piores crises na relação com o Reino Unido desde 1982, quando a disputa pelo território levou os dois países à guerra.

A tensão aumentou após a chegada de uma plataforma petrolífera, que realiza perfurações para três empresas britânicas desde fevereiro.

O contragolpe da presidente Cristina Kirchner foi um decreto que dificulta o acesso às ilhas. Nenhuma embarcação pode navegar por águas argentinas ou usar portos do país em transações comerciais com as Malvinas sem autorização prévia.

A norma vai contra as leis marítimas da ONU e é uma tentativa de "bagunçar" o comércio exterior do arquipélago, segundo Glenn Ross, membro da Assembleia Legislativa das ilhas Malvinas.

"É óbvio que a intenção é destruir nossa economia. Gostaríamos muito que as relações com a América Latina aumentassem", diz.

A medida atinge ainda os cruzeiros marítimos, que costumam incluir as Malvinas em roteiros. Cerca de 60% do PIB das ilhas vem do turismo e da exportação de pescado, lã e carne de cordeiro.

O vice-chanceler argentino, Victorio Taccetti, diz que o decreto é um instrumento de defesa legítimo diante dos investimentos britânicos na prospecção de petróleo, que ele qualifica de "nova agressão" por explorar áreas disputadas no âmbito da ONU.

Questionado se esse é o pior momento na relação com o Reino Unido desde a guerra, ele disse que "não é um momento de harmonia".

Reino Unido e Argentina irão expor novamente seus argumentos no Comitê de Descolonização da ONU, que desde 1965 pede para que os países negociem.


SOBERANIA

O Reino Unido invoca o princípio da autodeterminação dos povos para não sentar-se à mesa. Diz que não abre mão da soberania enquanto os habitantes do arquipélago estiverem contentes com a situação atual.

Para a Argentina, o argumento é inválido porque os habitantes da ilha não são uma "população legítima".

Ele diz que o país só vai negociar sobre as condições de vida dos 2.500 habitantes e sobre os recursos naturais depois que Londres reconhecer a soberania argentina.

"O governo argentino briga por sua conta"


Assista ao Documentário feito em 2009/2010 sobre a nova crise.
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