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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Brasil deixa claro: Não queremos a OTAN no Atlântico Sul. A Era Brasil já começou...


Já estão de olho no Brasil...

O ministro da Defesa, Nelson jobim, disse ontem, em Lisboa, em palestra no Instituto Nacional de Defesa, que vê “com reservas, quaisquer iniciativas que procurem, de alguma forma, associar o Norte do Atlântico ao Atlântico Sul – sendo o sul, área geoestratégica de interesse vital para o Brasil”.

Segundo ele, “as questões de segurança das duas metades desse oceano são distintas”. Para jobim, depois da Guerra Fria, a Otan “passou a servir de instrumento de seu membro exponencial, os EUA, e dos aliados europeus”.

Por meio do novo conceito da aliança, divulgado em 1999, a força pode intervir em qualquer parte do mundo a pretexto de ações antiterror ou humanitárias, e de contenção às ameaças à democracia ou nas agressões ambientais.


Brasil terá 11 Navios e 6 Fragratas e 1 Submarino Nuclear para o Pré-Sal:

A Marinha do Brasil planeja a construção de 11 grandes navios para patrulhar de forma “constante” as jazidas petrolíferas no oceano Atlântico, disse hoje o almirante Júlio Soares de Moura Neto, comandante do corpo.

Os planos da Marinha contemplam a construção em estaleiros brasileiros de cinco fragatas de 6 mil toneladas, cinco navios de patrulha oceânica e um navio de apoio logístico, de 20 mil toneladas, detalhou Moura Neto em entrevista coletiva realizada por ocasião da 24ª Conferência Naval Interamericana.

“Queremos patrulhar permanentemente nas proximidades dos campos petrolíferos (…) Isso se chama fator de dissuasão”, manifestou o comandante da Marinha.

Os militares apresentarão até o fim deste ano seus planos ao Governo e no próximo ano pretendem “ajustar os detalhes” com o Executivo que vencer as eleições de outubro, que tomará posse em janeiro.

Pelos planos da Marinha, a construção dos navios patrulha começará em 2012 e, sucessivamente, serão fabricados navios de apoio logístico e fragatas, as últimas a serem fabricadas, devido ao fato de serem extremamente sofisticadas.

Os 11 navios se somarão ao pacote de seis fragatas pequenas, de 500 toneladas, uma das quais já foi entregue e o restante está em construção, que fazem parte do plano de renovação das Forças Armadas.

No marco desta estratégia, já começou a construção de quatro submarinos convencionais e se está preparando um estaleiro para a fabricação de um submarino de propulsão nuclear, que será desenvolvido em associação com a França e que previsivelmente estará operacional em 2022, segundo Moura Neto.

O comandante da Marinha explicou que além da defesa da riqueza petrolífera do país, o aumento da frota vai servir para patrulhar o restante das águas de jurisdição brasileira, cuja ampliação está sendo discutida com as Nações Unidas.

Atualmente, Brasil conta com uma área exclusiva marítima de 3,6 milhões de quilômetros quadrados, que o Governo quer ampliar para 4,5 milhões de quilômetros quadrados.

“A ONU aceitou já 750 mil quilômetros quadrados e discorda dos critérios técnicos que usamos nos 200 mil restantes. Estamos revisando os cálculos e realizando novas medições para reforçar a proposta”, detalhou o militar.

Moura disse que na América Latina existe um “clima de paz relativa”, mas considerou que isto não se contrapõe a que o Brasil “se prepare para ter capacidade de dissuasão”.


Novo Jato Militar da Embraer: Brasil, Chile, Colômbia, Portugal e Argentina participam do projeto!

Depois de Chile e Colômbia e, mais recentemente, Portugal oficializarem a intenção dos seus governos de participar do desenvolvimento do jato de transporte militar KC-390, projeto encomendado à brasileira Embraer pela Força Aérea Brasileira (FAB), a Argentina deve ser o próximo parceiro do programa. Segundo fonte do setor de defesa do governo, os dois países já estão negociando os termos da carta de intenção para assiná-la em breve.

Na sexta-feira, os Ministérios da Defesa do Brasil e de Portugal assinaram uma Declaração de Intenções de parceria no programa do cargueiro brasileiro. O acordo, informou a Embraer, também marca o início das negociações para entrada de empresas portuguesas no projeto e na fabricação do novo avião. O governo português também revelou a intenção de adquirir seis aeronaves para equipar a Força Aérea de seu país.

Com os novos parceiros, o número de intenções de compra do KC-390 sobe para 52. Desse total, 28 são da FAB, seis do Chile, seis de Portugal e 12 da Colômbia. A África do Sul, de acordo com a fonte, ainda não definiu participação no projeto, mas segue na lista dos parceiros mais próximos do KC-390.


Brasil Possui Armas Nucleares?

Sabe-se que o Brasil tem capacidade de construir artefato nuclear a qualquer instante, devido aos estudos e pesquisas dos cientistas que monitoram a Usina de Angra dos Reis.

A Marinha detém, igualmente, conhecimento para tanto. E a Aeronáutica tem condições de fabricar mísseis geoestacionários, que ficam a 36 mil quilômetros do nível do mar.

Tudo isto é possível, mas não foi feito. Agora, com a vinda dos aviões de caça, última geração, tudo indica que vamos passar por um período armamentista.

Está previsto para após as eleições, chegarem os caças, 36 no início, podendo chegar a 100; nota-se que quem tem dinheiro necessita de armas, para defender sua riqueza.

Fontes de informação sabem que existe no centro do país um poço muito resistente, profundo e com defesas contra radiação atômica. Foi construído para ser campo de teste de explosão de artefato nuclear pequeno, do tipo que os sismógrafos locais indicam alteração mínima. Ou seja, bomba de muito pequena potência, a menor possível já feita. Típica operação experimental.
Ao que tudo indica, vai ser usado, sem o menor perigo, pois como já se disse, é “bombinha de São João”, usada nas festas juninas, e não uma “cabeça de negro” que assusta um quarteirão.

Mísseis, caças e bomba. O Brasil é o terceiro país do mundo na captação de investimentos estrangeiros, perdendo apenas para a China e Índia, com os Estados Unidos em quarto e a Rússia em quinto lugar.

Além da prosperidade, temos uma jazida de petróleo incalculável, no pré-sal.

Nossa vontade é que nunca sejam usados, mas que são necessários, são.


Relação Brasil x China: Convite para o Grupo Anti-OTAN?

Rio de Janeiro, 8 set (EFE).- O ministro da Defesa da China, general Liang Guanglie (foto), que hoje iniciou uma visita oficial de três dias ao Brasil, convidou o Exército brasileiro a realizar exercícios militares conjuntos com o de seu país a partir de 2011, e manifestou o desejo chinês de aumentar a cooperação bilateral na área militar.

A proposta do ministro chinês, que inclui também exercícios conjuntos para as forças aéreas dos dois países, foi divulgada em comunicado conjunto após a reunião que ele teve hoje em Brasília com o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim.

Os dois ministros manifestaram o desejo de reforçar a cooperação bilateral na formação e treinamento de militares, que até agora se limitou à troca de delegações de oficiais para alguns cursos.

Os dois países também se comprometeram a intensificar a troca e a cooperação nas áreas de tecnologias de Defesa, assim como “na observação da paz internacional, controle aeronáutico e segurança da aviação”.

Brasil e China também se propuseram a intensificar a troca de visitas de delegações militares de alto nível para aumentar “o conhecimento e a confiança mútua” e aprofundar as ações do Comitê Conjunto China-Brasil de Intercâmbio e Cooperação entre os Ministérios de Defesa, cuja segunda reunião está prevista para o ano que vem no Brasil.

Jobim e Liang Guanglie consideram a cooperação militar entre os dois países como essencial para enfrentar “novos desafios globais que se delineiam no horizonte”.

Para ambos, a aproximação militar entre Brasil e China é especialmente importante para “salvaguardar os interesses comuns de países em desenvolvimento, e a paz e a estabilidade regional e global”.

Brasil Amplia sua fronteira marítima!

Medida, que não conta com aval da ONU, amplia direitos do Brasil para exploração de petróleo e gás.

O Brasil decidiu não esperar o aval da ONU (Organização das Nações Unidas) para expandir, além das 200 milhas náuticas, as fronteiras de sua soberania sobre recursos minerais como petróleo e gás no fundo do mar.

A partir de uma resolução interministerial publicada na última sexta-feira, qualquer nação ou empresa que queira prospectar recursos minerais na Plataforma Continental Brasileira terá de pedir autorização ao governo.

Segundo a Folha apurou, a decisão foi tomada após consulta da Petrobras, que poderá ter até 50% do capital nas mãos da União assim que for concluído o processo de capitalização em curso.

A mudança incorpora 960 mil km2, quase quatro vezes o Estado de São Paulo, à zona de soberania nacional, hoje de cerca de 3,5 milhões de km2.
 
É uma área cobiçada em razão da possível existência de novas reservas de petróleo na área do pré-sal.

10 comentários:

  1. A Amazônia ficou menos interessante, agora são os campos petrolíferos que estão visados.
    Nosso país devido a sua riqueza e potencialdade está ganhando muita importância...
    Me surpreende até com algumas dessas peculiaridades bélicas que ele tem potencialidade expostas no teu blog.
    Realmente há um assédio ao Brasil com convites/propostas/intercâmbios de negócios militares.
    O Brasil tem/teve "padrinho" que nunca propôs nada do que está sendo oportunizado agora.
    O país precisa sim ter sua soberania plena, pelo menos por enquanto deve trilhar esse caminho.
    Por outro lado complica porque nossa educação, saúde etc mantêm-se caóticos...
    e agora com militarização, a tendência é menos sobrar para a população.

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  2. Zero, mais uma vez obrigado pela sua opinião. Concordo que tem que mudar muita coisa aqui, se o país fosse justo, se não houvesse corrupção, talvez poderíamos falar de um país de primeiro mundo e assim poderíamos ter um mundo melhor, pq não?

    Concordo que a verba destes armamentos deveriam ir para setores sociais mas, aê temos um problema.

    O ser-humano é o bixo mais tenebroso do universo! A ganância predomina e lhe pergunto: se o Brasil não investir na sua defesa, a paz sempre predominará?

    Não podemos contar com a sorte. Mas isto militarmente falando.

    O Brasil acaba de assinar acordos bilionários com a Inglaterra e outros países da europa para aquisição de armamento e tecnologia e "proteção" também.

    Tenho certeza que o Brasil foi forçado a isto, assim como a India e outros países que estão se destacando no cenário internacional. Em curtas palavras: Ou nos dê dinheiro ou invadiremos e faremos dinheiro.

    A China também foi assim, desde os anos 80 e só agora está saindo dessa. Produzindo suas próprias tecnologias de guerra.

    Talvez nem o Lula saiba disto, e nem o país deve saber e a imprensa muito menos. imagine bilhões na rua pedindo o fim de acordos com a UE e EUA, o estrago econômico que teríamos...

    Realmente somos reféns e demorará muito para sairmos disto. Parabéns aos chineses que conseguiram e tenho certeza que a nova URSS será a China. O Ministério da Defesa do governo Lula agiu bem em começar a investir em Defesa.

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  3. Gostaria muito que os leitores lessem estes comentários e contribuísse com suas opiniões. Talvez eu faça uma reportagem especial sobre isto.

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  4. Yusuke estamos falando exatamente a mesma coisa...
    Dei 2 lados da moeda nessa história e optei pelo mesmo que você sugere.
    abç

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  5. NOSSO brasil é o melhor país do mundo , temos tudo para despontar , e com total certeza iremos .
    acesse o meu blog yusuke talvez poderemos ser parceiros : http://sbcnoticia.blogspot.com/

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  6. Se o Brasil não atualizar seu arsenal militar incorrerá no risco de ver suas riquezas, inclusive o pré-sal serem levadas embora, como foi levado o ouro no periodo do descobrimento.
    Buscar laços com China, Russia,e India no quesito militar será um forte indicio da não sujeição brasileira à ganancia alglo-europeia.
    Armar-se não é desejar a guerra, mas antes aspirar a paz e a soberania nacionais, quem for contra ao remanejo militar brasileiro, não sonha com uma
    patria livre, pacifica e soberana.

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  7. o Brasil tem q investir msm em defesa para proteger a integridade nacional,as potências estão faz muito tempo de olho no Brasil,o laço com a China é muito bom,mas tenho receio q o território deles se fragmente,EUA é mt cara de pau de colocar seus navios perto da nossa costa.Lula fez muito bem em investir em proteção.muitos Brasileiros reclamam do dinheiro investido em poder militar e nem sabe que o pais é um alvo.
    responde ae pf quero ver como vc vê minha opinião,Blog muito bom parabéns.

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  8. Tenho receios dessa suposta aliança entre Brasil e China, pois a China é um país que devido ao seu alto índice populacional somado ao nível de desenvolvimento e crescimento econômico, terá que arcar com grandes demandas de recursos naturais e isso preocupa. Vale lembrar que por trás de qualquer aliança seja com a China, Rússia ou qualquer outra, sempre existirá um jogo de interesse próprio entre os envolvidos e por isso devemos tomar cuidado ao estreitar laços. Acredito que o Brasil deva aprender a andar com suas próprias pernas e não ficar a conta de possíveis laços com qualquer país, pois somos nós os possuidores de recursos, nós é que temos que aprender a nos virar e nos cuidar.
    Poderíamos sim chamar chineses e russos para deter os EUA e EU, mas e depois? Quem iríamos chamar para nos defender dos russos e chineses.

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  9. sinceramente o Brasil tem tudo para ser ter forças em defezas mas infelismente nao é, pois a Politica brasileira impede tudo isso, apenas duas perguntas quantos milhoes o Brasil investe comprendo armamento que sóbram dos EUA?
    Sera que nao seria mais facil o governo brasileiro investir esses milhoes em induastrias de armamentos, pesquisas e fazer suas proprias armas assim diminundo o desemprego???

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  10. Se o Brasil já tem capacidade de fabricar a bomba atômica e misseis capazes de nos defender eu coloco minhas preocupações em cheque. Quanto a desfragmentação da China, isto é impossível de acontecer com
    o governo comunista, é muito mais fácil ocorrer nos EUA. Concordo com a corrida armamentista brasileira, acho até que demorou muito para que isso começasse a acontecer, realmente tem muita gente de olho no Pré-sal, Amazônia etc. Com novos caças e comprando a tecnologia dos mesmo já é um passo a frente. A verdade é que o Sul sim quer a separação e isto vai dar muito o que comentar... PARABÉNS AO BLOG, É MUITO BOM ,ADOREI!!!!

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