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quinta-feira, 6 de abril de 2017

ATUALIZAÇÃO ALERTA SECON 4

Caros amigos, diante das movimentações nos bastidores da geopolítica mundial, alteramos o nosso Alerta SECON de 5 para 4, numa escala que vai de 5 (nada ocorrendo) 1 (Catástrofe Iminente). Entenda em nossa atualização neste post

SECON (Sempre Guerra Defcon), é utilizado para nos prepararmos melhor em caso de grandes emergências, é baseado no sistema Defcon do Pentágono (Sistema de vigilância para preparação de Guerra Nuclear) e também na empresa privada Defcon Warning System.

Como o Defcon original, o SECON é baseado em escala decrescente de 5 a 1, sendo o 5 prontidão normal e 1 situação extrema de emergência.

Segue a tabela de grau de alertas abaixo:
SECON 5 - Prontidão Normal
SECON 4 - Prontidão Acima do Normal (Inteligência em alerta)
SECON 3 - Pequenos conflitos e/ou catástrofe ocorrendo
SECON 2 - Prontidão Máxima (Início da preparação para Guerra ou Grandes Catástrofes)
SECON 1 - Guerra ou Catástrofe iminente - Todas as medidas de Preparação devem ser tomadas

Ainda não temos um plano de preparação do GRUPO Sempre Guerra, aconselhamos a todos a montarem ao seu próprio plano.

Vamos aos fatos:

CBS News e outras mídias ocidentais dão conta que Trump tem como opção militar contra o regime sírio de Assad, ataques aéreos e mísseis de cruzeiro. Os alvos potenciais incluem bunkers de comando sírios, locais suspeitos de armas químicas e forças militares sírias, particularmente a força aérea do país.
Mais cedo, a CNN reportou que Trump disse a alguns membros do Congresso que está considerando um ataque militar na Síria
ONU: Reunião do Conselho de Segurança sobre ataques químicos na Síria foi cancelado
A repórter da RT Joyce Karam, afirma que Hezbollah está em estado de alerta diante da possibilidade de ataque dos EUA na Síria. Eles acreditam serem alvos em potenciais também.
A repórter do BBC Emily Maitlis, ouviu alguns repórteres dizendo que não vale a pena ir para a casa esta noite. Sentindo algo iminente sobre a Síria
O repórter da Fox News Lucas Tomlinson , diz que a Marinha americana possui 2 embarcações de guerra em alerta no Mediterrâneo, para atacar a Síria se necessário
Em outro Twitter, Tomlinson explica que as embarcações USS Ross e USS Porter estão na Espanha
Já há alguns boatos de que familiares dos generais sírios e também de Iraquianos estão deixando a Síria. Assad estaria esvaziando armazéns de armas diante de possíveis ataques



Além da confusão na Síria, temos a reunião entre Trump e Xi Jinping nos EUA, dentre os temas, a Coréia do Norte...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

TURQUIA DERRUBA CAÇA DA RÚSSIA

A aviação turca derrubou um avião militar russo perto da fronteira com a Síria nesta terça-feira (24), informou a presidência do país. Segundo a Turquia, o avião havia violado o seu espaço aéreo. Rússia nega a violação e diz que o abate foi um incidente muito sério.

- Kremlin chamou a queda de “um incidente muito sério”;
- Dois pilotos se ejetaram do caça abatido. Um teria sido morto pelos rebeldes sírios;
- OTAN convoca reunião extraordinária;

De acordo com a agência russa Interfax, o Ministério da Defesa russo confirmou que um de seus jatos foi derrubado na Síria, aparentemente após ser atingido por disparos do solo.

A autoridade disse, entretanto, que o jato Su-24 não havia violado o espaço aéreo turco. O ministério afirmou que os pilotos conseguiram se ejetar e chegaram ao solo de paraquedas. O governo de Moscou afirmou que pode provar que seu avião não deixou o espaço aéreo sírio.

"Durante o voo, o avião permaneceu todo o tempo sobre o território da Síria, como ficou registrado nos radares", declarou o Ministério da Defesa da Rússia.

O porta-voz do Kremlin chamou a queda de “um incidente muito sério”, mas disse ser muito cedo para chegar a conclusões.

A emissora "CNNTÜRK", porém, afirma que um deles acabou morrendo. O outro teria sido capturado por milícias turcomanas, de oposição ao regime de Bashar al-Assad, na região onde estão os helicópteros.

Segundo o Exército turco, o avião derrubado foi alertado dez vezes em um intervalo de cinco minutos sobre a violação do espaço aéreo. Dois jatos F-16 turcos que faziam patrulha na fronteira se envolveram na derrubada da aeronave.

Um oficial turco disse à Reuters que havia dois aviões de guerra foram alertados após entrarem no espaço aéreo do país antes de um deles ser derrubado.

Após o ocorrido, helicópteros russos começaram a sobrevoar a região no norte da Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Em comunicado, a ONG afirmou que os helicópteros estão sobrevoando Jabal al Turkoman, vizinha à região turca de Iskenderún, onde um dos pilotos caiu.

Autoridades
As televisões difundiram imagens da queda do avião em chamas nas montanhas perto da fronteira turca, na província de Hatay.

Imagens da agência turca Anadolu mostraram os dois pilotos deixando a aeronave derrubada utilizando paraquedas.

O gabinete do primeiro-ministro, Ahmet Davutoglu, disse que ele falou com o chefe das Forças Armadas e com o Ministro das Relações Exteriores sobre acontecimentos na fronteira. O comunicado não mencionava a queda do jato.

O premiê ordenou que o ministro das Relações Exteriores entrasse em contato com a Otan, a ONU e países relacionados aos acontecimentos na região sobre o que aconteceu na fronteira.

A Otan convocou uma reunião extraordinária de seus 28 representantes permanentes.

A Aliança Atlântica afirmou anteriormente que estava em contato com a Turquia a respeito do incidente.

"A Otan segue de perto a situação. Estamos em contato com as autoridades turcas", afirmou a fonte.
Trata-se do primeiro avião perdido pelo grupo da Força Aérea da Rússia que bombardeia posições de organizações terroristas na Síria desde o último dia 30 de setembro.

A Turquia denunciou várias violações russas de seu espaço aéreo e alertou que derrubaria os aviões que voltassem a entrar sem autorização no território turco.

Na época, a Rússia reconheceu os incidentes e os atribuiu às más condições meteorológicas na região da base aérea de Jmeimim, usada pela Força Aérea do país na operação na Síria. Além disso, afirmou que o local está a apenas 30 quilômetros da fronteira sírio-turca.

A Turquia, que se opõe à intervenção militar russa na Síria, pediu o estabelecimento de uma área de exclusão aérea na fronteira entre os dois países.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

RÚSSIA PEDE A LÍBANO O FECHAMENTO DO ESPAÇO AÉREO LOCAL POR 3 DIAS!

A Rússia solicitou ao Líbano o fechamento de seu espaço aéreo local durante 3 dias para "exercícios navais" que vão ocorrer na área. Por enquanto, o Líbano estuda a solicitação, nenhum voo foi cancelado até o momento. Os exercícios ocorrem no momento em que a Rússia e a França realizam ataques de grandes proporções na Síria, visando o Estado Islâmico.

O Líbano disse nesta sexta-feira que a Rússia estava planejando realizar um exercício naval de três dias no mar Mediterrâneo e que as autoridades libanesas estavam trabalhando em maneiras de evitar a interrupção de voos civis decolando de Beirute.

Moscou, que está realizando ataques aéreos no vizinho do Líbano, na Síria, enviou um telegrama urgente às autoridades aeronáuticas libanesas dizendo que suas manobras começariam à meia-noite (2200 GMT), o Ministério das Obras Públicas e Transportes disse.

O ministério tinha estabelecido um grupo de emergência "para garantir a continuidade dos pousos e decolagens no aeroporto, tendo em conta o grau máximo de segurança pública", ele disse.

O ministro dos Transportes, Ghazi Zeaiter, disse à Reuters mais cedo que o Líbano tinha recusado o pedido de Moscou para desviar voos civis de toda a área, em águas internacionais, onde eles estão planejando realizar o exercício.

Um funcionário do Ministério da Defesa russo em Moscou, declinou qualquer comentário imediato.

Rotas de voo do Líbano são limitadas porque a transportadora nacional Middle East Airlines (MEA) não voa sobre Israel e outras companhias aéreas têm evitado voar sobre a Síria.

O Presidente do MEA, Mohamad al-Hout, disse à Reuters que os voos poderiam ser desviados sobre o Chipre e que nenhum voo seria cancelado como resultado dos exercícios de treinamento.

"A decisão deve ser tomada pelo governo libanês. Eles estão trabalhando na abertura de um corredor aéreo acima do Chipre e se isso não funcionar, vamos ficar com as linhas atuais. Até agora não há nenhuma decisão de suspender os voos."

De acordo com um banco de dados internacional governamental de avisos para os aviadores (NOTAM), a Rússia notificou em 20 de novembro, sobre um teste de foguete disparado na costa libanesa durante um período de três dias. Ele realizou exercícios anteriores nas águas ao largo do Líbano.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

RÚSSIA VAI COOPERAR COM A FRANÇA NA GUERRA CONTRA ESTADO ISLÂMICO!

O presidente russo, Vladimir Putin emitiu ordens ao comando do cruzador Moskva, atualmente no Mediterrâneo, para estabelecer contato com os militares franceses, para o início da cooperação com a Rússia na operação militar anti-terrorista na Síria em breve.

"Uma força-tarefa para o porta-aviões francês está se aproximando de sua área em breve. Está para estabelecer contato direto com os homólogos franceses e cooperar com eles como aliados", disse Putin nesta terça-feira.

O chefe do Estado Maior e o ministro da Defesa, já receberam instruções a esse respeito, disse ele.

"É essencial para elaborar um plano de operações conjuntas no mar e no ar", disse Putin.

O comandante-em-chefe emitiu as instruções ao visitar o Centro de Defesa Nacional, onde ouviu relatos por comandantes que conduzem a operação anti-terrorista na Síria.

Porta-aviões Charles de Gaulle da França vai se juntar à operação na Síria
O presidente francês, François Hollande disse na reunião de emergência do parlamento francês em Versalhes na segunda-feira que o porta-aviões de propulsão nuclear Charles de Gaulle deixaria o porto de registro em 19 de novembro para participar da operação na Síria.

"Isto vai triplicar o nosso poder militar [como parte da operação contra o Estado islâmico]. Eu não estou falando de dissuadir o EI, mas de eliminá-los totalmente", disse o presidente francês, acrescentando que a França pretendia reforçar a sua operação contra as forças islâmicas na Síria.

RÚSSIA CONFIRMA TERRORISMO EM QUEDA DE AVIÃO, PUTIN ORDENA ATAQUES AO EI E PODE MOBILIZAR 150 MIL SOLDADOS EM OPERAÇÃO TERRESTRE NA SÍRIA!

Rússia confirma terrorismo em queda de avião no Egito. Vladimir Putin ordenou a intensificação de ataques contra o Estado Islâmico, neste momento, mísseis de cruzeiro atinge o reduto do EI em Raqqa e está se preparando para enviar 150.000 tropas para a Síria em uma tentativa de acabar com o Estado Islâmico de uma vez por todas como ele aponta para se juntar ao Ocidente na sequência dos atentados de Paris.

O Serviço de Segurança Federal da Rússia (FSB) disse nesta terça-feira (17) que a queda do avião russo sobre o Sinai, no Egito, em 31 de outubro foi resultado de um ato terrorista, causado por uma bomba que explodiu a bordo.

Segundo a FSB, traços de explosivos foram encontrados nos destroços da aeronave. O avião da companhia aérea russa KogalimAvia, mais conhecida como Metrojet, caiu pouco após decolar do litoral do Egito com destino a São Petersburgo, na Rússia.

As 224 pessoas a bordo morreram. O Estado Islâmico (EI) reivindicou a queda, mas não explicou como teria executado o ataque.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que vai encontrar os responsáveis pela queda do avião e ordenou que isto seja o foco dos serviços especiais russos, de acordo com a Reuters.

"Durante o voo, foi ativado um artefato explosivo de fabricação caseira com potência equivalente a um quilo de TNT", indicou Putin.

Alguns minutos antes, o diretor do FSB, Alexander Bortnikov, também havia afirmado que a catástrofe foi um atentado. “Podemos dizer inequivocamente que foi um ato terrorista”, disse ele, em um encontro com o presidente.

"De acordo com uma análise feita pelos nossos especialistas, uma bomba caseira contendo até um quilo de TNT explodiu durante o voo, levando-o a partir-se em pleno ar, o que explica o fato de a fuselagem estar espalhada por uma distância tão grande", disse Bortnikov.

ATAQUES NA SÍRIA:
Segundo o Kremilin, como resultado das investigações, Putin ordenou uma intensificação dos bombardeios russos na Síria. O país realiza desde o mês passado uma campanha aérea contra o Estado Islâmico e em apoio ao governo sírio no país.

O EI já havia dito que os ataques em cidades sírias motivaram a derrubada do avião no Egito, mas isso não intimidou os russos.

150 MIL SOLDADOS PARA OPERAÇÃO TERRESTRE NA SÍRIA:
O líder russo prepara a montagem de uma enorme missão militar para assumir o controle de reduto do grupo terrorista de Raqqa.

A cidade é a capital auto-declarado do EI na Síria e é patrulhada por até 5.000 membros da Jihad.

Putin está definido para mobilizar 150.000 reservistas que ele recrutou para o serviço militar em setembro.

Ontem, na sequência dos ataques de Paris, Putin deu a entender que ele estava pronto para se juntar forças com o Ocidente para combater Estado islâmico.

Ele disse a David Cameron: "Os recentes acontecimentos trágicos na França mostram que devemos unir esforços na prevenção de terror."

Uma fonte revelou: "É muito claro que a Rússia quer varrer o oeste do país, tendo Raqqa e todos os recursos de petróleo e gás ao redor de Palmyra.

"Este está se tornando rapidamente uma corrida para Raqqa - para proteger os campos de petróleo de que necessitam para limpar a região de insurgentes, e é a capital é vital para fazer isso."

Em uma demonstração de força, jatos russos já atacou nove postos avançados do EI em apenas 24 horas usando bombas destruidoras de bunkers.

ATAQUES COM MÍSSEIS DE CRUZEIRO
Os militares russos lançaram ataques aéreos contra o reduto Estado Islâmico do Raqqa na Síria com mísseis de cruzeiro de seus navios no Mar Mediterrâneo, publicou o jornal francês Le Monde, citando um oficial francês.

As informações de que a Rússia atacou posições Estado Islâmico no Raqqa foi também relatado por uma fonte sênior do governo francês, citado pela Reuters.

Uma autoridade dos EUA disse à Reuters que Moscou tem realizado um número significativo de ataques na Síria, utilizando ambos os mísseis de cruzeiro lançados do mar e bombardeiros de longo alcance.

Rússia notificou Washington antes dos ataques aéreos, em conformidade com um acordo sobre segurança aérea, um oficial dos EUA disse, acrescentando que alguns dos ataques russos tinham como alvo Raqqa, o reduto de militantes de EI.

Mais cedo, nesta terça-feira, o Ministério da Defesa da França confirmou que Raqqa também estava sendo alvejado pelos militares franceses.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

BOMBARDEIOS RUSSOS DEIXARAM 595 MORTOS NA SÍRIA; EUA DEIXARAM 3649 MORTOS

Os bombardeios da aviação russa na Síria deixaram quase 600 mortos desde 30 de setembro, incluindo 185 civis, afirmou nesta quinta-feira (29) uma ONG síria. No que diz respeito aos ataques aéreos da coalizão liderada pelos Estados Unidos entre 23 de setembro de 2014 e 23 de outubro de 2015, o OSDH contabilizou 3.649 mortos

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), com base na Grã-Bretanha, registrou 595 mortos até 29 de outubro, incluindo 279 rebeldes e jihadistas aliados da Frente al-Nosra, o ramo sírio da Al-Qaeda, 131 jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) e 185 civis, incluindo 46 mulheres e 48 crianças.

De acordo com o OSDH, "a maioria dos ataques foram realizados contra os rebeldes, grupos islâmicos e a Frente al-Nosra, mas também em regiões sob o controle do EI".

No que diz respeito aos ataques aéreos da coalizão liderada pelos Estados Unidos entre 23 de setembro de 2014 e 23 de outubro de 2015, o OSDH contabilizou 3.649 mortos: 3.276 do EI, 147 da Frente al-Nosra e outros grupos islamitas, 226 civis, incluindo 65 crianças e 40 mulheres.

A Rússia, que decidiu intervir no conflito sírio para apoiar o governo de Bashar al-Assad, afirma bombardear o Estado Islâmico e outros grupos "terroristas" que se opõem ao poder. Mas os ocidentais acusam Moscou de concentrar os seus ataques em posições de grupos rebeldes considerados "moderados".

RÚSSIA ADVERTE EUA CONTRA OPERAÇÃO TERRESTRE NA SÍRIA!

A Rússia advertiu nesta quarta-feira os Estados Unidos contra uma operação terrestre na Síria depois que o Pentágono antecipou ontem a possibilidade de "ações diretas no terreno" contra o Estado Islâmico (EI).

"Os EUA já violam o direito internacional ao organizar de maneira ilegal uma operação aérea em território da Síria, já que não tem nem o beneplácito do Coelho de Segurança da ONU e nem o pedido das autoridades" sírias, afirmou a presidente do Senado russo, Valentina Matviyenko, aos meios de comunicação locais.

Matviyenko acrescentou que "se for algum tipo de operação terrestre, então isto será pisotear de novo e de maneira grosseira o direito internacional".

A presidente ressaltou que a Rússia leva muito a sério as declarações feitas pelo chefe do Pentágono americano, Ashton Carter, perante o Comitê de Serviços Armados do Senado.

"Isto já é inadmissível. Isto é demais", disse.

A presidente da câmara alta do parlamento russo insistiu que a Rússia "segue interessada em que os EUA se somem à operação na Síria para combater juntos ao EI".

"Esperamos que esta chamada seja escutada", acrescentou.

Carter anunciou ontem um reforço da campanha militar americana contra os jihadistas no Iraque e Síria, que se traduzirá em mais ataques aéreos e "ações diretas no terreno " na província síria de Raqqah.

"Não vamos nos conter na hora de apoiar" operações contra o EI ou de "realizar essas missões diretamente, seja com ataques desde o ar ou ações diretas no terreno", disse Carter.

Durante a audiência, o chefe do Pentágono reiterou as críticas contra a campanha militar do Kremlin na Síria e denunciou que as forças russas "estão atacando principalmente a oposição síria", o que contribui para "alimentar" a "trágica guerra civil" nesse país.

O presidente russo, Vladimir Putin, acusou na semana passada os Estados Unidos de praticarem um "duplo jogo" ao declarar a guerra ao terrorismo e utilizar os jihadistas como "aríete" para derrubar o regime de Bashar al-Assad.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

RÚSSIA ATACA POSIÇÕES REBELDES APOIADOS PELOS EUA NA SÍRIA!

Governo russo diz que os bombardeios visam o Estado Islâmico. Grupo treinado pelos EUA disse que campo de treinamento foi atingido. Segundo o senador americano John McCain, os aviões russos atacaram na Síria grupos financiados e treinados pela CIA.

Jatos russos lançaram um segundo dia de ataques aéreos na Síria nesta quinta-feira (1), bombardeando as áreas controladas por uma aliança de insurgentes que inclui um grupo ligado à Al Qaeda, mas não os militantes do Estado Islâmico, os quais a Rússia disse ter atingido.

A Rússia disse que havia lançado oito ataques aéreos com aviões de guerra Sukhoi durante a noite, acertando quatro alvos do Estado Islâmico. No entanto, as áreas onde afirmou ter agido não estão sob controle do Estado Islâmico.

O grupo rebelde Suqur al-Jabal, treinado pelos Estados Unidos na província de Idleb, disse ter sido alvo dos ataques russos desta quinta. Quatro caças lançaram 10 mísseis em um campo de treinamento por volta de 10h30 locais (04h30 de Brasília). Outros dois aviões russos atacaram a base ao meio-dia, mas nenhum rebelde ficou ferido, segundo a France Presse.

Os rebeldes deste grupo receberam treinamento e equipamentos como parte de um programa americano de 500 milhões de dólares para criar uma força que combata o grupo jihadista Estado Islâmico na Síria.

O canal de televisão Al-Mayadeen, pró-governo sírio, disse que jatos realizaram pelo menos 30 ataques contra uma aliança insurgente conhecida como Exército da Conquista. A aliança inclui a Frente Nusra, ramo sírio da Al Qaeda, mas não o Estado Islâmico, que declarou um califado em porções de território da Síria e do Iraque.

O Exército da Conquista tem avançando contra as forças do governo no noroeste da Síria nos últimos meses, e tem o apoio de países regionais que se opõem tanto o presidente Bashar al-Assad como ao Estado Islâmico.

Segundo o senador americano John McCain, os aviões russos atacaram na Síria grupos financiados e treinados pela CIA.

"Os ataques iniciais foram realizados contra indivíduos e grupos que foram financiados e treinados por nossa CIA", afirmou McCain à rede de TV CNN, assegurando que serviram para mostrar que a real prioridade do presidente russo Vladimir Putin é dar apoio ao líder sírio Bashar al Assad.

Kremlin
Nas oito incursões, os caças Sukhoi-24 e 25 do exército russo destruíram um "quartel-general dos grupos terroristas e um depósito de munições na região de Idleb", assim como uma oficina de montagem de carros-bomba ao norte de Homs.

O Kremlin também informou nesta quinta que os ataques aéreos russos na Síria têm como alvo uma lista de conhecidas organizações terroristas, e que ainda é cedo para dizer se o presidente Vladimir Putin está satisfeito com a campanha até o momento.

Falando um dia após o início da campanha de ataques russos contra o que o Kremlin chamou de alvos extremistas islâmicos na Síria, o porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, disse: "Essas organizações (na lista de alvos) são famosas e os alvos são escolhidos em coordenação com as Forças Armadas da Síria".

Áreas onde o grupo étnico turcomeno vive em Homs e Hama foram alvo de ataques na quarta-feira, informou a Assembleia Turcomena Síria, grupo baseado na Turquia, em comunicado. Somente no vilarejo de Telbiseah, próximo a Homs, 40 civis, incluindo turcomenos, foram mortos, acrescentou.

Damasco
Forças de segurança de Damasco afirmaram que a aviação russa bombardeou nesta quinta na Síria posições da Al-Qaeda e de outros rebeldes islamitas nas províncias de Idleb (noroeste) e Hama (centro).

"Quatro aviões de combate russos atacaram bases da Jaish al-Fatah em Jisr al-Shughur e em Jabal al-Jawiya (na província de Idleb) e também atacaram posições de grupos armados, bases e depósitos de armas em Hawash, na província de Hama", afirmou a fonte.

O Jaish al-Fatah ("exército da conquista", em árabe) reúne a Frente Al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda, e outros grupos islamitas como o Ahrar al-Sham.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, considerou "infundadas" as dúvidas dos países ocidentais sobre os bombardeios de Moscou contra o grupo Estado Islâmico (EI) em seus primeiros ataques na Síria.

"Os rumores de que o alvo dos ataques não era o EI carecem de qualquer fundamento", declarou o ministro, citado em um comunicado depois de uma reunião com o secretário do Departamento de Estado americano, John Kerry, em Nova York.

Conflito
A decisão da Rússia de se juntar à guerra com ataques aéreos em nome de Assad é um importante ponto de virada no envolvimento estrangeiro no conflito.

Os Estados Unidos estão liderando uma aliança separada, lançando ataques aéreos contra os combatentes do Estado Islâmico, o que significa que as superpotências inimigas da Guerra Fria agora estão empenhadas em combates aéreos num mesmo país pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

Ambos dizem ter como alvo um inimigo comum, o Estado Islâmico. Mas também têm diferentes amigos e visões opostas de como resolver uma guerra civil de quatro anos que já matou mais de 250.000 pessoas e levou mais de 10 milhões a abandonarem suas casas.

Washington e seus aliados se opõem tanto ao Estado Islâmico como a Assad, acreditando que ele tem de deixar o poder em qualquer acordo de paz. Moscou apoia o presidente sírio e acredita que o seu governo deveria ser a peça central dos esforços internacionais para combater os grupos extremistas.

A Rússia diz que seus ataques aéreos são mais legítimos do que os da aliança liderada pelos Estados Unidos porque têm o aval de Assad, e mais eficazes porque podem coordenar esforços com as forças do governo para localizar os alvos.

O Ministério da Defesa da Rússia disse que aviões Sukhoi-24M e Sukhoi-25 fizeram oito saídas, atingindo um depósito de munição perto de Idlib, bem como um prédio de três andares do centro de comando do Estado Islâmico perto de Hama. Além disso, informou que um ataque destruiu uma instalação localizada no norte de Homs destinadas a equipar carros com explosivos para ataques suicidas.

O Estado Islâmico, que se baseia em grande parte no norte e no leste da Síria, não tem presença substancial em Hama ou Homs.

EUA
Nesta quinta-feira (1), um funcionário militar americano indicou à France Presse que a  coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos que combate o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Sìria indicou que não reduziu seus ataques no país, apesar do envolvimento da Rússia no conflito.

"Não alteramos as operações na Síria para levar em conta novos atores no campo de batalha", indicou a jornalistas através de uma videoconferência o coronel Steve Warren, porta-voz do Exército americano em Bagdá.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

RÚSSIA REALIZA SEU PRIMEIRO ATAQUE AÉREO NA SÍRIA! PARLAMENTO AUTORIZA USO DE TROPAS TERRESTRES!

A Rússia realizou seu primeiro ataque aéreo na Síria nesta quarta-feira (30) próximo à cidade de Homs, informou uma autoridade americana à emissora CNN. Parlamento da Rússia autoriza uso de tropas na Síria

A ação militar ocorre logo após o Parlamento russo ter autorizado, a pedido do presidente russo, Vladimir Putin, o uso da Força Aérea na Síria para dar suporte ao regime do ditador Bashar al-Assad.

Os russos teriam informado os Estados Unidos sobre a operação com antecedência para que aviões americanos que realizam bombardeios contra posições da facção radical Estado Islâmico (EI) não sobrevoassem a Síria.

Segundo a autoridade, os ataques aéreos americanos prosseguem normalmente.

A operação é limitada a Força Aérea como relatado pelo chefe de gabinete Sergei Ivanov. A última vez Câmara Alta da Rússia aprovou o envio de militares foi há um ano, com a movimentação militar na Criméia. As informações são do jornal El País.

"O Conselho da Federação apoiou por unanimidade a pedido do presidente, com 162 votos a favor", disse Ivanov, segundo a agência de notícias russa Tass. Ivanov disse que a Rússia vai usar apenas a força aérea na Síria para atacar as posições do Estado Islâmico (EI) e que representa um pedido do regime presidido por Bashar al-Assad. "O presidente sírio dirigiu-se à liderança de nosso país para pedir ajuda militar, para que possamos dizer que o terrorismo deve ser combatido, e que os esforços devem ser combinados, mas ainda precisa respeitar as regras do direito internacional" Ivanov disse a repórteres depois de falar ao Senado em nome do Putin.

Segundo o jornal espanhol, Putin reforça a estratégia apresentada ao presidente americano Barack Obama na segunda-feira (29/9) durante seu encontro na Assembléia Geral da ONU em Nova York, e que difere do presidente dos Estados Unidos. Enquanto Putin é a favor do reforço para Assad atacar o Estado Islâmico, Obama acredita que o ditador deve deixar o país. Durante semanas, a Rússia foi reforçar a sua presença militar na Síria. Há apenas duas semanas, Moscou admitiu a presença de especialistas militares russos no Iraque, que sofre uma guerra civil desde 2011.

Em um comunicado, o Kremlin disse que os aliados foram  informados da decisão de quarta-feira (30/9) pelo Senado. No seu pedido de autorização para a câmara alta do parlamento, Putin tem protegido sua decisão de enviar forças militares para a Síria  "nos fundamentos dos princípios e normas reconhecidas no quadro do direito internacional", segundo a RIA Novosti.

Rússia, Irã, Iraque e Síria têm criado um centro de informação em Bagdá para coordenar as operações de contra-ataque ao Estado Islâmico, com dados como o número de militantes dentro da organização, suas armas e seus movimentos.


Parlamento da Rússia autoriza uso de tropas na Síria

O Parlamento da Rússia concordou com o pedido do presidente do país, Vladimir Putin, e autorizou nesta quarta-feira (30) o envio de tropas aéreas russas à Síria. O objetivo é ajudar o governo sírio a combater militantes do Estado Islâmico (EI).

A medida deve afetar o equilíbrio de forças na Síria, já que, apesar de terem como alvo comum o Estado Islâmico, Rússia e Estados Unidos apoiam forças diferentes no conflito. Enquanto o governo russo apoia o presidente sírio, Bashar al-Assad, as forças ocidentais dão suporte a grupos de rebeldes locais, que são contrários a Assad. A guerra civil no país já dura quatro anos e fez mais 250 mil vítimas.

Os ataques aéreos russos na Síria começaram horas após a autorização do Parlamento. Segundo o Ministério da Defesa, os alvos são equipamentos militares, comunicações e depósitos de armas, munição e combustível, informou a agência Interfax.

"Estes ataques aéreos foram feitos de acordo com as forças sírias e com a ajuda do centro de coordenação antiterrorista de Bagdá", disse um responsável do Ministério da Defesa russo, Yuri Yakubov, citado pela Interfax. Segundo ele, os aviões russos foram pilotados por militares sírios.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

FRANÇA E REINO UNIDO ANUNCIAM ATAQUES AÉREOS NA SÍRIA!

A França vai executar voos de reconhecimento para realizar "bombardeios" contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, afirmou o presidente François Hollande, que, no entanto, descartou operações terrestres naquele país. Já o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, anunciou que um drone britânico matou três integrantes do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, dois deles britânicos, no primeiro ataque da Royal Air Force (RAF) contra esta organização na Síria.

Forças britânicas atacaram o EI na Síria pela primeira vez

O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, anunciou que um drone britânico matou três integrantes do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, dois deles britânicos, no primeiro ataque da Royal Air Force (RAF) contra esta organização na Síria.

Cameron afirmou no Parlamento que o alvo do ataque, em 21 de agosto, era Reyaad Khan e que foi um "ato de legítima defesa" porque este britânico pretendia cometer atentados no país.

As forças britânicas haviam participado até o momento nos ataques de uma coalizão internacional contra o Estado Islâmico no Iraque, mas não na Síria.

Cameron disse que o governo realizou consultas para garantir que o ataque estava dentro da legalidade.

"Tomamos esta medida porque não havia alternativa", argumentou.

"Estávamos exercitando o direito à legítima defesa do Reino Unido. Existiam claros indícios de que estes indivíduos em questão planejavam e dirigiam ataques ao Reino Unido", completou.

"Foi um ato proporcional, concluiu.

FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/09/07/interna_internacional,685851/forcas-britanicas-atacaram-o-ei-na-siria-pela-primeira-vez.shtml

França anuncia operações aéreas na Síria contra o EI

 A França vai executar voos de reconhecimento para realizar "bombardeios" contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, afirmou o presidente François Hollande, que, no entanto, descartou operações terrestres naquele país.

Hollande anunciou que pediu voos de reconhecimento a partir de terça-feira que "permitirão planejar bombardeios contra o EI". 

Mas ele descartou qualquer possibilidade de operação terrestre.

"Seria inconsequente e irrealista enviar tropas terrestres à Síria. Não faremos intervenção em terra, como não fazemos no Iraque", disse.

Como parte de uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, a aviação francesa já bombardeia as posições do EI no Iraque.

Paris havia recusado até o momento uma intervenção contra os jihadistas na Síria, por considerar que isto poderia favorecer o regime do presidente Bashar al-Assad.

Hollande repetiu que a solução na Síria será "política" e que a França "conversa com todos os países que podem favorecer esta transição". Entre as nações, citou Rússia, Irã e os países que integram a coalizão.

"Na Síria não se deve fazer nada que possa consolidar ou manter Bashar al-Assad", disse, antes de afirmar que a saída de Assad deve acontecer em algum momento da transição.

domingo, 6 de setembro de 2015

SÍRIA CONDENA REINO UNIDO E FRANÇA POR SINALIZAR INTERVENÇÃO MILITAR!

Após boatos de que a Rússia estaria agindo na Síria para auxiliar o governo Assad, causando protestos oficiais dos EUA, Reino Unido e França cogitam ataques aéreos contra o Estado Islâmico e  o governo sírio que consideram como maligno. O ministro do Exterior da Síria condenou as atitudes dos países europeus e os acusaram de terem uma agenda “colonialista”. Vejam mais uma capítulo vivo da nova Guerra Fria no Blog Sempre Guerra!

O ministro do Exterior da Síria condenou neste domingo (6) a “interferência” britânica nos assuntos sírios, depois de um ministro britânico ter sinalizado que o Reino Unido estaria se aproximando de uma ação militar no país afetado pela guerra.

A agência estatal de notícias Sana, da Síria, afirmou que o ministro do Exterior havia enviado duas cartas a líderes das Nações Unidas se contrapondo a “opiniões imprudentes” das autoridades britânicas e acusando o Reino Unido e a França de terem uma agenda “colonialista”. Isso porque os dois países europeus estariam considerando realizar ataques aéreos contra a Síria. A guerra na Síria já deixou 240 mil mortos, entre eles 12 mil crianças, segundo balanço do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

No sábado (5), o ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, afirmou que o país e a Europa tinham que encontrar uma maneira de lidar com o conflito na Síria, que alimentava a maior crise de refugiados na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Ele descreveu o governo do presidente Bashar al-Assad como “maligno”.

“Você tem que lidar com o problema na fonte, que é o maligno regime Assad e os terroristas do Estado Islâmico, e você precisa de um plano para uma Síria mais estável e pacífica”, afirmou Osborne em entrevista à Reuters.

O jornal Sunday Times disse que o governo britânico quer fazer, em outubro, uma votação no Parlamento para abrir caminho para os ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria.

No entanto, Osborne disse neste domingo que o governo não vai convocar essa votação se não puder garantir o apoio da oposição.

O jornal Le Monde afirmou no sábado que Paris também considerava ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria.

FONTE: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/09/siria-condena-reino-unido-por-sinalizar-intervencao-militar.html

sábado, 5 de setembro de 2015

EUA PREOCUPADO COM ENVOLVIMENTO DA RÚSSIA NA GUERRA DA SÍRIA!

IMAGEM: Montagem com supostas imagens de caças e drones russos na luta contra o Estado Islâmico na Síria!

O secretário de Estado americano, John Kerry, telefonou neste sábado para o colega russo, Serguei Lavrov, a fim de transmitir "a preocupação dos Estados Unidos" com rumores de um possível envolvimento militar de Moscou na Síria, indicou o Departamento de Estado.

"O secretário de Estado disse claramente que, se estas informações estiverem corretas, a iniciativa poderia provocar uma escalada do conflito", indicou o Departamento.

Segundo o Departamento de Estado, Kerry conversou com Lavrov sobre "informações que evocam um aumento iminente do poder militar russo na Síria".

"Isto poderia provocar mais perdas de vidas inocentes, um aumento do fluxo de refugiados e um risco de confronto com a coalizão contra o Estado Islâmico que atua na Síria", indicaram os Estados Unidos, que, há um ano, lideram os ataques militares contra o grupo armado jihadista em Síria e Iraque.

Nos últimos dias, circularam nas redes sociais fotografias que, segundo combatentes sírios, correspondem a um avião de combate russo e a drones na região de Idleb, noroeste da Síria.

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou ontem que ainda é cedo para traçar uma ação militar russa na Síria para combater o Estado Islâmico.

Na manhã deste sábado, a diplomacia russa informou que a conversa entre Kerry e Lavrov aconteceu por iniciativa dos Estados Unidos.

Segundo esta fonte, ambos conversaram sobre "a cooperação entre Moscou e Washington para apoiar os esforços da ONU que visam ao lançamento de um processo político na Síria".

O Departamento de Estado confirmou que "as discussões russo-americanas continuarão no fim de setembro, em Nova York", paralelamente à Assembleia Geral da ONU.

As relações entre Moscou e Washington vivem seu pior momento desde o fim da Guerra Fria, em consequência da crise ucraniana.

PARTICIPAÇÃO RUSSA NA SÍRIA:

Reportagens na sexta-feira citando autoridades dos Estados Unidos descreveram um aumento de atividades militares russas na Síria, expandindo o apoio de Moscou ao presidente sírio, Bashar al-Assad, em meio à guerra civil.

Citando um funcionário não identificado da administração Obama, o New York Times publicou que a Rússia enviou uma equipe militar avançada para a Síria e mandou unidades pré-fabricadas de moradia para centenas de pessoas para um campo de pouso sírio. Também entregou uma estação de controle de tráfego aéreo portátil para esse local.

Algumas autoridades norte-americanas disseram que essa moradia temporária sugere que a Rússia pode enviar até mil conselheiros ou outros funcionários militares para o campo de pouso que serve Latakia, a principal cidade portuária da Síria que fica próxima da casa da família de Assad, segundo o Times.

A reportagem disse que as autoridades não veem indicações de que a Rússia pretende enviar forças terrestres significativas, mas pode estar preparando o campo de pouso como base para transportar suprimentos militares ou para lançar ataques aéreos para apoiar Assad.

O Los Angeles Times publicou que a inteligência norte-americana juntou evidências de possíveis unidades de moradia militares com fotos de satélites.


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

ISRAEL RESPONSABILIZA SÍRIA POR MÍSSEIS E RESPONDE O ATAQUE!

Israel responsabilizou o governo sírio pelo lançamento de quatro mísseis que caíram nesta quinta-feira em parte das Colinas de Golã e do norte da Galileia, realizado pelo grupo Jihad Islâmica, que tem patrocínio iraniano, e respondeu com artilharia aos ataques, informou o exército israelense em comunicado.

"O exército pode confirmar que os mísseis foram disparados pela Jihad Islâmica patrocinada pelo Irã", diz a nota, que também apontou o governo de Bashar al Assad como responsável pelos ataques provenientes do território da Síria.

As forças armadas israelenses responderam com artilharia sobre a região de Quneitra pelo que consideraram uma ofensiva "deliberada" na área das Colinas de Golã, ocupadas desde 1967, e na região da Galileia.

O impacto em território israelense não deixou feridos nem grandes danos materiais, mas um incêndio. A região ocupada das Colinas de Golã e a tríplice fronteira entre Israel, Síria e Líbano é palco frequente de tensão para Tel Aviv pela presença de militantes libaneses do grupo xiita Hezbollah e a proximidade do conflito que ocorre em território sírio, de onde partiram vários projéteis no último ano.

Hoje o portal de notícias israelense "Ynet" informou que o exército tinha ativado o sistema antimísseis Domo de Ferro na região de Ashdod, nas imediações de Gaza, por temor de que se reiniciasse o lançamento de mísseis ante a possibilidade de que o preso palestino Muhamed Alam morra após terminar sua greve de fome de 64 dias em protesto por sua detenção sem acusações ou julgamento.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ATAQUES TERRORISTAS: MAIS DE 100 MORTES NO IRAQUE, 47 NA NIGÉRIA E 6 EM CAMARÕES!

Estado Islâmico ataca Bagdá, capital do Iraque, com um Caminhão Bomba, deixando ao menos 76 mortes. Na segunda, em ataque com homens bombas em Baquba, nordeste do país, ao menos 57 morreram. Na África, ataques do Boko Haram deixaram 47 mortos no nordeste da Nigéria e 6 mortos em outro ataque do grupo no norte de Camarões

- Caminhão-bomba do Estado Islâmico mata 76 pessoas em Bagdá
Um dos maiores mercados de Bagdá foi atingido por um camião-bomba na manhã desta quinta-feira. A explosão matou pelo menos 76 pessoas e feriu mais de duas centenas, de acordo com as últimas estimativas da Reuters, que cita responsáveis médicos e forças de segurança iraquianos.

O ataque na zona xiita de al-Sadr já foi reivindicado pelo grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico, que já antes atacou este bairro e outras zonas no Iraque em que a população é predominantemente xiita. Há apenas dois dias, dois homens-bombas suicidas explodiram os seus veículos nos arredores da cidade de Baquba, de maioria xiita, no nordeste da capital iraquiana. Morreram 57 pessoas e mais de 80 ficaram feridas. A explosão mais mortífera aconteceu também num mercado de rua.


- Explosão deixa 47 mortos em mercado na Nigéria
Ao menos 47 pessoas foram mortas e 50 ficaram feridas nesta terça-feira (11) em uma explosão em um mercado no nordeste da Nigéria, alvo frequente do grupo islamita Boko Haram, informaram à AFP testemunhas no local.

A explosão atingiu o mercado da cidade de Sabon Gari, cerca de 135 km ao sul de Maiguduri, capital do estado de Borno, num momento de grande afluência, por volta das 13h15 (9h15 de Brasília), indicaram as fontes.


- Atentado o Boko Haram em Camarões mata 6 pessoas
Pelo menos 6 pessoas morreram em um ataque realizado por supostos membros do grupo jihadista nigeriano Boko Haram na cidade de Blamé, no norte de Camarões, informou nesta quinta-feira a imprensa local. 

O ataque aconteceu na noite da quarta-feira, quando um grupo de homens armados entrou no município e matou cinco de seus moradores, segundo publicou o jornal camaronês "L'Oeil du Sahel".



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

TENSÃO NA TURQUIA! EXTREMA-ESQUERDA ATACA CONSULADO DOS EUA! OUTROS ATENTADOS OCORREM NO PAÍS! GUERRA CONTRA O PKK CONTINUA!

Cresce a tensão e os riscos de uma guerra civil dentro da Truquia! Um grupo de extrema-esquerda reivindicou um atentado nesta segunda-feira (10) contra o consulado dos Estados Unidos em Istambul, enquanto dois outros ataques na capital econômica da Turquia, que deixaram seis mortos entre as forças de segurança, foram atribuídos aos separatistas curdos. De acordo com a agência estatal de notícias Anatolia, 390 combatentes do PKK morreram e 400 outros foram feridos na campanha de ataques aéreos realizada pela Turquia contra bases rebeldes no norte do Iraque. Por sua vez, o PKK reivindicou a morte de mais de 20 policiais na Turquia nas últimas duas semanas, como represália aos ataques aéreos.

Essa onda de ataques ocorre num contexto de tensão crescente na Turquia, com a intensificação dos ataques do governo contra o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), e num momento em que os Estados Unidos mobilizaram caças F-16 em território turco para lutar contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

Em Istambul, pouco após a meia-noite, um homem avançou com um carro-bomba contra uma delegacia no distrito de Sultanbeyli, na margem oriental da cidade. Dez pessoas ficaram feridas, incluindo três agentes, segundo a agência oficial de notícias Anatolia.

Além do suicida, dois militantes morreram nos confrontos, segundo o gabinete do governador.
Beyazit Ceken, chefe do departamento de explosivos da polícia, foi ferido e acabou morrendo no hospital, segundo a mesma fonte.

Ao mesmo tempo, duas mulheres abriram fogo nas primeiras horas do dia contra o consulado dos Estados Unidos, localizado no bairro de Istinye, na margem ocidental do Bósforo, relataram os canais CNN-Turk e NTV.

Uma das militantes, ferida, foi detida pela polícia, segundo o gabinete do governador. A outra, Hatice Asik, de 42 anos, conseguiu fugir. As duas pertencem ao DHKP-C (Partido/Fronte Revolucionária de Libertação do Povo), de acordo com a agência Anatolie.

Grupo radical
O DHKP-C confirmou sua identidade em seu site e prometeu "que a luta continuará até que o imperialismo e seus colaboradores deixem nosso país e que cada pedacinho de nosso território seja libertado das bases americanas", afirmou.

Este grupo radical havia reivindicado em 2013 um atentado suicida contra a embaixada americana em Ancara que fez um morto.

O consulado confirmou um "incidente de segurança" e anunciou que permanecerá fechado ao público até nova ordem.

O governo turco apontou um grupo radical marxista como responsável pelo ataque contra o consulado americano e o PKK de estar por trás do atentado contra a delegacia.

Quase 400 rebeldes curdos mortos pela Turquia
Neste contexto de extrema tensão, na região sudeste do país, quatro policiais morreram na explosão de uma bomba em uma estrada, um ataque igualmente atribuído aos separatistas curdos.

O atentado ocorreu no distrito de Silopi, na província de Sirnak, na fronteira com o Iraque e a Síria, segundo a agência de notícias Dogan.

Em outro incidente, um soldado turco morreu quando milicianos curdos atacaram com lança-foguetes um helicóptero militar no distrito de Beytussebap, segundo Dogan.

A Turquia está sob tensão desde 24 de julho, quando o governo declarou uma "guerra contra o terrorismo", que tem como alvos tanto os rebeldes curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) como os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria.

Mas os vários ataques aéreos posteriores ao anúncio se concentraram na guerrilha curda. Oficialmente aconteceram apenas três bombardeios contra o EI.

De acordo com a agência estatal de notícias Anatolia, 390 combatentes do PKK morreram e 400 outros foram feridos na campanha de ataques aéreos realizada pela Turquia contra bases rebeldes no norte do Iraque.

Por sua vez, o PKK reivindicou a morte de mais de 20 policiais na Turquia nas últimas duas semanas, como represália aos ataques aéreos.

Um líder do PKK, Cemil Bayik, afirmou nesta segunda-feira à BBC que a Turquia estava tentando proteger o Estado Islâmico ao combater seu inimigo jurado, o PKK.

"Eles fazem isso para enfraquecer a luta do PKK contra o EI. A Turquia protege o grupo EI", declarou.

A violência ocorre depois de os Estados Unidos mobilizarem pela primeira vez no domingo caças F-16 e um contingente de 300 militares na base de Incirlik, no sul da Turquia, para lutar contra o EI.

Membro da Otan, a Turquia se recusava a participar nas operações da coalizão contra o EI, por medo de incentivar a ação de curdos sírios que combatem os jihadistas perto de sua fronteira.


OFENSIVA DO TALIBÃ DEIXAM DEZENAS DE MORTOS EM 72 HORAS NO AFEGANISTÃO! PRESIDENTE AFEGÃO ACUSA PAQUISTÃO DE AJUDAR OS MILITANTES!

Grande ofensiva do Talibã no Afeganistão faz dezenas de vítimas fatais desde a última sexta-feira, onde uma série de ataques na capital Cabul deixaram ao menos 55 mortes. No sábado, ataques no norte do país deixaram ao menos 29 mortes. Hoje, ao menos 5 mortos no ataque próximo ao Aeroporto de Cabul com a explosão de um carro-bomba. O presidente afegão, Ashraf Ghani, instou o Paquistão a conter os militantes, afirmando que o país vizinho "lhe envia mensagens de guerra".

- Centenas de pessoas ficam feridas em atentados no Afeganistão
Pelo menos 35 pessoas morreram e mais de 250 ficaram feridas em quatro atentados a bomba que atingiram a capital do Afeganistão nesta sexta-feira (07/08). A série de ataques começou com a explosão de um carro-bomba na região central de Cabul, ainda de madrugada.

A explosão, descrita por testemunhas como uma das maiores já acontecidas na capital, abriu uma cratera no chão. Mais de 240 pessoas ficaram feridas e 15 morreram no atentado.

O segundo ataque ocorreu na escola de polícia. Segundo autoridades, o suicida chegou ao local vestindo um uniforme da polícia. Ao se aproximar de um grupo de cadetes, que estava do lado de fora do prédio, ele detonou os explosivos que carregava no colete, matando 20 pessoas e ferindo outras 25.

O chefe do Departamento de Emergência do Ministério do Interior, Homayoon Aini, disse que uma equipe está investigando os detalhes do atentado e alertou que o número de vítimas pode aumentar. O movimento fundamentalista Talibã assumiu a autoria do ataque.

Mais tarde, duas bombas explodiram perto de uma região onde estão localizadas as bases da coalizão e prédios do governo afegão. Tiros foram ouvidos após a explosão. O número de vítimas desses ataques não foi divulgado.

Os atentados desta sexta-feira foram os maiores na capital afegã, desde a confirmação da morte de mulá Omar, o líder do Talibã, no fim de julho.


- Talibã mata dezenas em atentado suicida no norte do Afeganistão
Depois da sexta-feira sangrenta na capital Cabul, os fundamentalistas do movimento Talibã prosseguem com sua campanha de terror em outras regiões do Afeganistão.

Na noite deste sábado (08/08) um atentado suicida deixou 29 mortos e 19 feridos no distrito de Khanabad, pertencente à província de Kunduz, no norte. O Talibã reivindicou o ato terrorista.

Sobre a identidade das vítimas, porém, ainda circulam versões conflitantes. As autoridades locais afirmam que o autor teria visado as forças de segurança, e que entre os militares mortos estariam quatro comandantes. Segundo outra versão, 25 dos mortos seriam integrantes de milícias anti-talibã, os demais quatro, civis. Uma terceira, ainda, afirma tratar-se exclusivamente de civis.

As tropas da Bundeswehr (Forças Armadas alemãs) estiveram estacionadas em Kunduz até 2013, quando entregaram suas bases às forças de segurança afegãs.


- Explosão de carro-bomba deixa cinco mortos perto de aeroporto de Cabul

Um carro-bomba explodiu perto da entrada do aeroporto de Cabul nesta segunda-feira, deixando ao menos cinco pessoas mortas e outras 16 feridas, dias após uma série de ataques suicidas na capital afegã matarem dezenas de civis e ferirem centenas. Depois do atentado, o presidente afegão, Ashraf Ghani, instou o Paquistão a conter os militantes, afirmando que o país vizinho "lhe envia mensagens de guerra".

"Os últimos dias têm mostrado que os campos de treinamento de kamikazes e as fábricas de bombas que estão matando o nosso povo estão tão ativas quanto antes no Paquistão. Esperávamos paz, mas o que recebemos são mensagens de guerra do Paquistão", disse Ghani em uma entrevista coletiva, fazendo uma advertência direta ao primeiro-ministro paquistanês Nawaz Sharif. "Se continuarem matando o nosso povo, nossa relação com o Paquistão perderá sentido".

O Paquistão apoiou nos anos 90 os insurgentes talibãs, e muitos afegãos acusam o país de apoiar militantes em seu território na esperança de manter sua influência no Afeganistão.





sexta-feira, 7 de agosto de 2015

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL ESTÁ PRESTES A ECLODIR, AFIRMA GOVERNO DO IRÃ!

O atual chefe do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado, aiatolá Akbar Hashemi Rafsanjani advertiu sobre o iminente início de uma terceira guerra mundial

Dois meses atrás, quando o megainvestidor Geroge Soros falou sobre a possibilidade de uma terceira guerra mundial, muita gente acreditou que era uma figura de retórica.

Porém, o atual chefe do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado, aiatolá Akbar Hashemi Rafsanjani advertiu nesta quarta (6) sobre o iminente início de uma terceira guerra mundial.

Para ele, o motivo será o aumento do terrorismo. O líder iraniano responsabilizou os EUA e a OTAN por incentivar este tipo de violência no Oriente Médio e no Norte da África.

“A ameaça da eclosão da Terceira Guerra Mundial por causa de terroristas é grave”, advertiu Rafsanjani, que foi presidente do Irã entre 1989 e 1997, durante uma reunião realizada com o Ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, informa o site Russia Today.

Rafsanjani apontou que os responsáveis por isso são os Estados Unidos. “Os EUA e a OTAN invadiram o Afeganistão para erradicar o terrorismo e o tráfico de drogas, mas nós vimos que o terrorismo expandiu sob a forma do Estado islâmico, Boko Haram e a Frente Al-Nusra em partes remotas do mundo, bem como pela al Qaeda e os talibãs no Paquistão e no Afeganistão”.

Além disso, o ex-presidente iraniano pediu aos países ocidentais para parar de apoiar o terrorismo e tomar, em vez disso, medidas para combatê-lo. Convenientemente, o aiatolá esqueceu de mencionar que Moscou e Teerã assinaram um contrato de cerca de US$ 800 milhões para o fornecimento de 40 sistemas S-300. O equipamento será entregue agora, juntamente com outros armamentos, uma das primeiras grandes compras que o Irã fez após os fins das sanções econômicas e de ter assinado seu acordo nuclear.

O mesmo Irã que no Ocidente anuncia que luta pela paz no Oriente Médio e o fim “da guerra e o derramamento de sangue de pessoas inocentes”, trava contra a Arábia Saudita uma guerra civil no Iêmen, numa situação muito parecida com a Síria.

Embora pouco divulgado no Brasil, tem recebido cobertura do site Russia Today, pois o governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento golpista dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.

Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.

Curiosamente, Rússia e Irã também estão do mesmo lado quando se trata de atacar Israel. Enquanto Moscou apoia o Hamas, Teerã continua financiando o Hezbolah.

FONTE
http://noticias.gospelprime.com.br/terceira-guerra-mundial-eclodir-ira/

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

IRÃ ORDENA HEZBOLLAH A NÃO RETALIAR ISRAEL. OBAMA E NETANYAHU FALAM EM AMEAÇA DE GUERRA!

Relatório que circula nas mídias do oriente médio aponta que o Irã teria instruído Hezbollah a não retaliar o ataque da Força Aérea de Israel que ocorreu na semana passada, para não atrapalhar o acordo nuclear. Enquanto isso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que "este acordo vai trazer a guerra". Já Barack Obama declarou que "se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv". Acompanhe os bastidores do Oriente Médio no blog Sempre Guerra!

Irã teria instruído Hezbollah a não responder ao ataque da Força Aérea de Israel na semana passada porque ele quer se concentrar em finalizar o acordo nuclear com potências mundiais, um jornal saudita informou na quarta-feira. 

O Teerã não quer uma escalada que poderia arriscar a liberação de recursos de bens congelados com o fim de sanções com acordo alcançado no mês passado que foi finalizado, fontes disseram ao jornal Al-Watan. 

O relatório não confirmado poderia muito bem ser falsa e parte da batalha de mídia em curso entre Estados sunitas como a Arábia Saudita e o eixo xiita iraniano. O Irã terá acesso a mais de US $ 100 bilhões de ativos congelados no exterior, dizem os oficiais dos EUA, o equivalente a um quarto da sua produção anual. O ingresso pode começar por volta do final deste ano, depois que Teerã for certificado em conformidade com o acordo. O alegado ataque com drone da Força Aérea de Israel na semana passada atingiu um veículo na periferia da aldeia drusa síria de Hader.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede no Reino Unido, disse que cinco pessoas foram mortas no ataque - Dois membros do Hezbollah e três das Forças de Defesa Nacional da Síria, uma milícia pró-governamental. 

Um segundo ataque teve como alvo uma instalação militar libanês perto da fronteira com a Síria, ferindo seis, de acordo com relatos da mídia árabe. Outras fontes disseram ao jornal da Arábia que o grupo xiita tem o objetivo de encobrir a sua incapacidade de proteger seus combatentes na Síria, em particular de ataques israelenses. Em janeiro, Israel teria realizado um ataque de helicóptero na província de Quneitra, que matou um alto general da Guarda Revolucionária iraniana e vários membros do Hezbollah , incluindo Jihad Mughniyeh, filho do comandante militar do grupo. 

Enquanto isso, o Hezbollah prendeu recentemente um engenheiro libanês que ele afirma ser um espião israelense e o entregou às autoridades libanesas, uma fonte de segurança disse ao jornal libanês Daily Star nesta quarta-feira. Ele foi recrutado e treinado na Europa pelos israelenses, de acordo com a fonte.


- Netanyahu diz que o acordo nuclear com o Irã "levará a guerra"

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, intensificou sua campanha contra o acordo nuclear, marco alcançado entre o Irã e as potências ocidentais, dizendo que "este acordo vai trazer a guerra"

"Com o resultado deste acordo, haverá mais terrorismo, mais ataques, mais pessoas vão morrer", disse Netanyahu em uma transmissão ao vivo na Internet dirigida à comunidade judaica nos EUA, segundo o jornal The New York Times.

Netanyahu, um dos principais críticos do acordo histórico nuclear do Irã, também rejeitou as acusações do presidente dos EUA, Barack Obama , que os críticos do acordo diplomático não tem outra alternativa do que a guerra.

"Isso vai desencadear uma corrida armamentista nuclear na região. [...] Talvez o mais terrível de todas as guerras e mais provável que todo mundo pensa."

Em novembro passado, uma autoridade israelense que teve acesso a um documento secreto, revelou  que o acordo entre o Irã e o sexteto de mediadores internacionais sobre o programa nuclear do Irã pode "forçar Israel a uma ação militar".


- Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclear

O presidente americano Barack Obama sabe que pode ter problemas caso o Congresso norte-americano vete o acordo nuclear com o Irã.  Inimigo político do primeiro-ministro Benjamin Netayanu, o presidente americano fez uma ameaça velada ao Estado judeu em um discurso nesta semana.

Em um encontro com os 22 líderes judeus que ele convidou à Casa Branca, advertiu que caso o Congresso derrube o acordo nuclear iraniano, “foguetes do Hezbollah vão chover sobre Tel Aviv”.
Desde a guerra do Líbano de 2006, uma grande quantidade dos mísseis e foguetes lançados contra o território israelense foram fornecidos pelo Irã. O grupo terrorista Hezbollah é reconhecidamente ligado a Teerã.

Para Obama, o acordo nuclear irá manter a paz no Oriente Médio, pois os iranianos serão vigiados constantemente. Curiosamente, no mesmo dia, unidades do Hezbollah sob o comando de oficiais iranianos estavam disparando pesados mísseis Zelzal 3 contra os rebeldes sírios na cidade de Zabadani, que fica a apenas 200 km de Tel Aviv.

Em seu discurso no encontro que durou duas horas, Barack Obama declarou que se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv.

O presidente sabe que o lobby judeu é muito forte nos Estados Unidos e o fato dele não ter revelado todos os detalhes do acordo até agora, só aumentou as suspeitas.

O encontro do presidente ocorreu horas depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter participado de uma conferência on-line, onde dialogou com influentes judeus americanos, membros da Federação Judaica da América do Norte e os presidentes das principais organizações judaicas dos EUA.

“Eu não me oponho a este acordo porque quero guerra. Eu me oponho a este acordo porque quero evitar a guerra. Todo este acordo trará guerra”, enfatizou Neanyahu.  Segundo os organizadores, mais de 10 mil pessoas assistiram a conferência.

Ao contrário do que afirma Netanyahu, Obama disse que chamou o primeiro-ministro para conversar. Também enfatizou que os EUA vão continuar a apoiar e ajudar a fortalecer a segurança de Israel.

A votação do congresso americano ocorrerá em setembro, e a imprensa americana tem divulgado que a Casa Branca poderá ter dificuldades em conseguir a maioria.

Hoje (5) pela manhã, Obama fez um discurso nos mesmos termos, exortando o Congresso a aprovar o acordo nuclear com o Irã. Afirmou ainda que Netanyahu é sincero, mas está “errado”. Deixou claro que Israel está sozinho em sua oposição ao acordo.

O presidente alertou que “Se matar este acordo, o Congresso não irá apenas pavimentar o caminho do Irã para a bomba nuclear, mas acelerá-lo”.

FONTE: http://noticias.gospelprime.com.br/obama-bombas-israel-acordo-nuclear/

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