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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

RIO DE JANEIRO TERÁ CENTRO DE ENFRENTAMENTO AO TERRORISMO NAS OLIMPÍADAS

O governo federal criará o Centro Integrado de Enfrentamento ao Terrorismo (CIET) para a Olimpíada do Rio de Janeiro (RJ). A informação foi dada nesta quinta-feira (30) por autoridades da área, que apresentaram um planejamento para garantir estabilidade nas competições. O objetivo é permitir o trabalho integrado das equipes nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Esses protocolos estabelecerão as competências de cada entidade, bem como a maneira em que vão atuar.

Segundo o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, Andrei Rodrigues, o centro deve ter sua estrutura concluída até o início de 2016, para que possa receber profissionais de países parceiros cerca de 15 dias antes do início do evento. “O investimento é para que tenhamos, de forma célere, troca de informação, qualificando a prevenção [ao terrorismo]", disse o secretário.

De acordo com Andrei, os países participantes do esforço conjunto são os que "historicamente” já contribuem para o processo de segurança. "Teremos parcerias com países que compõem o sistema Interpol, e com aqueles que poderão trazer informações úteis para a segurança de todos aqui no evento."

Proximidade com locais de competição

O centro antiterrorismo será montado em área próxima dos locais de competição, informou Andrei. Ele disse que a ideia partiu do amadurecimento obtido em eventos anteriores sediados pelo país e, ainda, em missões enviadas a competições em outros países, como aos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Para o assessor especial para Grandes Eventos do Ministério da Defesa, general Luiz Felipe Linhares, a ideia de criar o centro antiterrorismo vai favorecer o estabelecimento de um protocolo de ações, que, segundo ele, são a “chave de qualquer resposta a uma possível ação terrorista".

O diretor do Departamento de Integração do Sistema Integrado Brasileiro de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Saulo Moura, afirmou que o Brasil já mantém relações com 80 países para a troca de informações. Segundo ele, o acompanhamento do tema é feito de forma "perene" pelos 35 órgãos que compõem o Sistema Brasileiro de Inteligência.

"Todos os países estão interessados e têm boa vontade de trocar informações conosco. Então, uma coisa de que temos certeza é que, na área de inteligência, estamos bem abastecidos", disse.

FONTE
http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2015/07/rio-de-janeiro-tera-centro-de-enfrentamento-ao-terrorismo-na-olimpiada

quarta-feira, 1 de julho de 2015

BRASIL PODE SER ALVO DO ESTADO ISLÂMICO, DIZ DIPLOMATA LIBANESA

A ineficaz postura internacional para o combate ao Estado Islâmico desde a proclamação do califado fez com o que o grupo extremista passasse de um perigo regional, com atuação apenas dentro da Síria e do Iraque, a uma potencial ameaça global devido ao número de seguidores que o EI conquista em todo o mundo. 

Segundo as informações divulgadas pelo R7, a diplomata libanesa Abir Taha, acredita que “todos os países onde há considerados infiéis podem se tornar alvo de atentados”.

“O EI já está presente em várias partes do mundo, com células adormecidas que podem, a qualquer momento, atacar o coração do mundo ocidental, incluindo o Brasil. Como controlar, por exemplo, a onda de estrangeiros que estão se juntando ao grupo, se eles quiserem voltar para seus países? Ou ainda, como diferenciar terroristas em meio ao grande número de refugiados que deixa a região?”, questiona a diplomata.

A publicação refere que na última sexta-feira (26), dois ataques terroristas fora da região de domínio do EI foram reivindicados pelo grupo: na Tunísia, um homem armado abriu fogo contra turistas em um hotel e matou 39 pessoas; no Kuwait, 27 morreram e 227 ficaram feridas em um ataque contra uma mesquita xiita.

As tropas iraquianas e sírias já provaram ser incapazes de deter o avanço do EI sozinhas, por este motivo a diplomata acredita que o grupo só poderá ser combatido com a ajuda financeira e militar internacional. “O terrorismo é um problema internacional, por isso, a guerra ao terrorismo deve ser travada por uma coalizão verdadeiramente internacional de Estados determinados a lutar. Infelizmente, hoje não existe uma guerra internacional contra o terrorismo”.

Um dos principais empecilhos para que essa guerra seja travada, está o fato de que a definição do que é terrorismo e de quem é terrorista muda de acordo com os interesses de que está fazendo essa definição.

Para a diplomata libanesa “o termo terrorismo tem sido utilizado arbitrariamente como uma acusação política por governos para descrever os atos de seus inimigos, e, portanto, a sua definição não tem o aspecto legal. Em outras palavras, o “terrorista” está sempre nos olhos de quem vê”.

Abir lançou o livro Terrorismo Definido, que será publicado no Brasil pela editora Simonsen. Na obra, a diplomata tenta fazer uma definição de terrorismo que possa ser “universal”.

FONTE:

domingo, 22 de março de 2015

JORNAL: JOVENS SÃO ALICIADOS PELO ESTADO ISLÂMICO NO BRASIL!

Mesmo sem histórico de terrorismo no Brasil, a organização da Olimpíada de 2016 é considerada um "fator de risco"

O governo brasileiro detectou tentativas de cooptação de jovens no País pelo grupo Estado Islâmico (EI), de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. A intenção do grupo seria que os jovens atuassem como “lobos solitários”, que seriam extremistas que estão fora de listas internacionais de terroristas e, assim, teriam mais mobilidade para fazer atentados isolados.

Segundo o jornal, o Palácio do Planalto recebeu relatórios de diversos órgãos alertando sobre a situação. Os órgãos de inteligência do País vêm trocando informações e a Casa Civil assumiu a coordenação das discussões internas. Uma preocupação é com os preparativos para a Olmpíada de 2016, que acontece no Rio de Janeiro.

Participaram da discussão na Casa Civil representantes do Ministério da Justiça, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), da Polícia Federal (PF) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Um relatório faz um alerta à presidente Dilma Rousseff de que, apesar da tranquilidade até agora, há um “fator de risco” que não pode ser desprezado.

Mesmo sem um histórico de ataques terroristas, as investigações dizem que o Estado Islâmico tem interesse em ampliar seu alcance de recrutamento de novos militantes. De acordo com o jornal, policiais europeus estiveram em Brasília no mês passado para troca de informações com o governo brasileiro.

A estratégia do governo é se antecipar aos possíveis movimentos do grupo, detectando as formas de cooptação. A abordagem não é voltada diretamente aos jovens, mas às famílias. Um dos obstáculos identificados pela PF e pela Abin é a inexistência de uma legislação específica no País para casos de terrorismo.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Brasil no alvo de Terroristas?

Enquanto investigamos a procedência dos Atentados na Noruega, uma reportagem me chamou a atenção... Podemos ser os próximos? Acompanhe no Sempre Guerra!


Em manifesto de ódio, terrorista norueguês critica Brasil e sua mistura de raças

A autor do duplo atentado terrorista na Noruega, Anders Behring Breivik, de 32 anos, citou o Brasil em seu manifesto de 1518 páginas publicadas na internet. 

Na página 1153 do documento "A European Declaration of Independence - 2083 (Uma Declaração de Independência Europeia - 2083)", o terrorista afirma que a mistura de raças no país, provocada "pela revolução marxista brasileira” resultou em uma catástrofe, tornando o país sul-americano "disfuncional", de "segundo mundo" e "com baixo nível coesão social". Para ele, esta miscigenação seria a causa da corrupção, baixa produtividade e "conflitos entre diferentes culturas". 

Breivik cita o país em outros trechos. Em um capítulo no qual ensina a montar bombas, ele relembra o episódio do acidente com o Césio 137 em Goiânia, advertindo para se tomar "muito cuidado com substâncias radioativas". A Proclamação da República, em 1889, também é lembrada, por ter sido um "golpe de estado sem sangue". 

O documento é uma verdadeira compilação de ódio contra o islã, o multiculturalismo e a qualquer pensamento de esquerda, ao qual ele se refere frequentemente como "marxismo cultural", além de muitas outras corrente de pensamento. Breivik incentiva outros seguidores a fazerem o mesmo que ele. Em um capítulo, ele tenta provar que a opção armada é a única maneira de "salvar" o continente, já que "cinco décadas de diálogo com marxistas" não surtiram efeito. 

Segue abaixo, na íntegra, em itálico, o trecho em que o terrorista menciona e critica o "modelo brasileiro" de sociedade: 

"Os conservadores devem aproveitar seu poderio político e militar através de uma combinação entre luta armada e democrática nos próximos 70 anos, e implementar as políticas a seguir. A alternativa é o contínuo abastardamento desse modelo, muito similar ao modelo brasileiro. Onde foi estabelecida (graças à revolução marxista brasileira) uma mistura europeia/asiática/africana.

Essa política provou ser catastrófica para o Brasil e outros países que institucionalizaram e facilitaram uma mistura de raças entre asiáticos/europeus /africanos. O Brasil se firmou firmemente como um país de segundo mundo com um nível extremamente pobre de coesão social.

Os resultados são evidentes e manifestados em um alto grau de corrupção, falta de produtividade e um eterno conflito entre várias ‘culturas’ competindo, enquanto a miríade de ‘sub-tribos’ criadas (preto, mulato, mestiço, branco) paralisa qualquer esperança de sequer alcançar o mesmo nível de produtividade e igualdade de, por exemplo, Escandinávia, Alemanha, Coreia do Sul e Japão.

Vendo a falta de coesão social do Brasil, e a produtividade média do brasileiro médio, é evidente que uma aproximação similar na Europa seria devastadora e retardante nacionalmente, sem mencionar que seria um grave crime (genocídio) em contribuir de qualquer maneira para a aniquilação, desconstrução e genocídio dos povos indígenas que são nórdicos por definição".


Já colocamos aqui no Blog, ameaças de Grupos Terroristas aqui no Brasil, na Reportagem Al Qaeda no Brasil. Pretexto para invasão? do dia 16 de Abril deste ano.

Sempre Guerra: O que me parece é que esta carta/manifesto seja algum tipo de aviso do que está por vir, um novo tipo de terrorismo provocado por novos grupos. Eu já alertei aqui no Blog, sobre eventuais preparativos de grupos terroristas do Oriente Médio, agora temos essa ameaça, ainda desconhecida por muitos.

Já lí em outros blogs, uma eventual ligação da MOSSAD israelense com os atentados na Noruega, devido o apoio do país ao estado palestino e outras brigas no Comércio Internacional entre Israel e Noruega. Lembro que o Brasil também apóia esta idéia do Estado Palestino e tem boas relações com o Irã e outros países renegados pelo Ocidente.

Para agravar, seremos palco de Grandes eventos como a Copa do Mundo e Olimpíadas, o que ganha um maior destaque internacional... É claro que os terroristas pensam nisto!

Gostaria de citar a Revista Veja, conforme a reportagem eu citei no post acima:

"As cartilhas terroristas recomendam aos militantes que desfiram atentados em ocasiões em que suas ações ganhem visibilidade. O temor de policiais federais e procuradores ouvidos por VEJA é que eles vejam essas oportunidades na Copa de 2014 e na Olimpíadas de 2016".

Espero estar errado, mas isto não me cheira bem... Espero que seja apenas mais uma teoria da conspiração.

sábado, 16 de abril de 2011

Al Qaeda no Brasil. Pretexto para invasão?

Revista Veja traz a reportagem em caráter de exclusividade: Al-Qaeda age no Brasil! Veja os desdobramentos no Sempre Guerra!

Os documentos da CIA, FBI e PF mostram como age a rede do terror islâmico no Brasil.

A Polícia Federal tem provas de que a Al Qaeda e outras quatro organizações extremistas usam o país para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes.

Khaled Hussein Ali nasceu em 1970, no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu. No início dos anos 90, reapareceu em São Paulo. Casou-se e teve uma filha. Graças a ela, obteve, em 1998, o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera, na Zona Leste paulistana, e sustenta sua família com os lucros de uma lan house. Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden. De São Paulo, o libanês coordena extremistas em dezessete países. Os textos ou vídeos dos discípulos de Bin Laden só são divulgados mediante sua aprovação. Mais: cabe ao libanês dar suporte logístico às operações da Al Qaeda. Ele faz parte de uma rede de terroristas que estende seus tentáculos no Brasil.

Tratado como “Príncipe” por seus comparsas, Ali foi seguido por quatro meses pela Polícia Federal, até ser preso, em março de 2009. Além das provas de terrorismo na internet, a Polícia Federal encontrou no computador de Ali spams enviados aos Estados Unidos para incitar o ódio a judeus e negros. Abordado por VEJA, Ali negou sua identidade. Esse material, no entanto, permitiu que a Polícia Federal o indiciasse por racismo, incitação ao crime e formação de quadrilha. Salvou-se da acusação de terrorismo porque o Código Penal Brasileiro não prevê esse delito. O libanês permaneceu 21 dias preso. Foi liberado porque o Ministério Público Federal não o denunciou à Justiça. Casos como o de Ali alimentam as divergências do governo americano com o Brasil.

Há dois meses, VEJA teve acesso a relatórios da PF sobre a rede do terror no Brasil. Além de Ali, vinte militantes da Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e outros dois grupos usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos EUA. Esses documentos permitiram que VEJA localizasse Ali e outros quatro extremistas. Eles vivem no Brasil como se fossem cidadãos comuns. Embora seja autora das investigações, a PF assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que “não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato.

GRUPOS TERRORISTAS NO BRASIL:
De acordo com a Polícia Federal, sete organizações terroristas islâmicas operam no Brasil.
Al Qaeda, Juhad Media Battalion, Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica, Al-Gama'a Al-Islamiyya e Grupo Islâmico Combatente Marroquino.

A ESCALADA DO MAL:
Em Duas Décadas, o avanço extremista no Brasil já cumpriu quatro estágios, segundo a Polícia Federal. O próximo passo pode ser a realização de atentados:

1º Estágio (1992)
O Brasil começou a ser usado como ponto de passagem por terroristas como os que explodiram a Embaixada de Israel em Buenos Aires. Em 1995, Osama Bin Laden e o terceiro homem na hierarquia da Al Qaeda, Khalid Shaikh Mohammed, passaram por Foz do Iguaçu, como revelou VEJA em 2003.

2º Estágio (1996)
Eles começaram a se estabelecer legalmente no Brasil. Um dos artifícios que usaram para permanecer no país foi assumir legalmente os filhos de mães solteiras. Como pais oficiais de crianças brasileiras, não podem ser extraditados.

3º Estágio (1999)
Início do aliciamento de brasileiros. Os simpatizantes mais aguerridos foram enviados ao exterior, para se aprofundar na doutrina dos extremistas e ser treinados em acampamentos de terroristas no Afeganistão.

4º Estágio (2001)
O Brasil passou a ser usado como base de financiamento do terrorismo e centro de preparação de ataques. Depois dos atentados de 11 de setembro, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos identificou remessas de dinheiro para o Hezbollah oriundas do Brasil. Um único militante instalado no Paraná enviou 100 milhões de dólares a esse grupo extremista.

As cartilhas terroristas recomendam aos militantes que desfiram atentados em ocasiões em que suas ações ganhem visibilidade. O temor de policiais federais e procuradores ouvidos por VEJA é que eles vejam essas oportunidades na Copa de 2014 e na Olimpíadas de 2016.

Saiba mais na Revista Veja edição 2211 de 6 de Abril de 2011. Ainda nas Bancas!
Fontes: Veja - UOL - Uncoverage

Operação Sentinela prende brasileiro e libanês em Dom Pedrito
Outro libanês encontrado pela polícia é suspeito de tráfico de urânio, entre outros crimes

Na ação, que foi o resultado de uma investigação de quatro meses nos municípios de Cachoeirinha, Bagé, Dom Pedrito, Livramento e Uruguaiana, a polícia cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Os mandados resultaram na prisão dois homens, um brasileiro, de 37 anos, e um libanês, de 32 anos, por estelionato. Na residência do brasileiro, os agentes apreenderam duas armas, uma pistola calibre 7.65; um revólver 32 e mil cartões da loja com nomes falsos que, segundo a polícia, estes estariam sendo usados para concluir o crime. Na casa do libanês, outros três libaneses foram encontrados. Um deles, investigado pela Polícia Federal por tráfico de urânio no Amapá e por fazer parte do grupo Hamas, um movimento de resistência islâmica, considerado como um grupo terrorista pelo Canadá, Estados Unidos, Israel, União Européia, entre outros. Este homem também tem mandado de expulsão pela Polícia Federal. Na mesma residência, a polícia também encontrou um comprovante de remessa de dinheiro enviado para o Egito.


PF quer saber se atirador teve ajuda para planejar ataque no RJ

As investigações sobre o massacre na escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, em 07 de Abril de 2011, vão receber reforço da Polícia Federal. A medida, anunciada nesta segunda-feira (11), foi motivada porque a PF quer saber se o atirador Wellington Menezes de Oliveira recebeu ajuda para fazer o ataque. Até o momento, a polícia acredita que ele tenha agido sozinho.

A polícia divulgou hoje (11) manuscritos e textos impressos encontrados na casa do atirador. Entre os temas tratados por Wellington estão principalmente sua relação com Deus e com religiões, interpretações de passagens bíblicas e anotações sobre torres altas. Nos papeis, há referências a um grupo com o qual Wellington se relacionava, mas não se sabe se as pessoas citadas realmente existem. Apesar do conteúdo dos documentos, a polícia descartou a possibilidade de envolvimento com grupos extremistas.

Fonte: Terra


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