segunda-feira, 18 de julho de 2011

64 ogivas de mísseis roubados de trem na Romênia

As autoridades da Romênia estão investigando o roubo de 64 ogivas de mísseis a partir de um trem de transporte de equipamento militar para a Bulgária.

O porta-voz do ministério Interior, Marius Militaru, disse neste domingo que os componentes não são perigosos por conta própria - apenas quando integradas em sistemas de mísseis. Os promotores disseram que estão investigando o roubo.

Funcionários não responderam a perguntas se as ogivas continham explosivos.

Trabalhadores ferroviários notaram que os selos em uma porta de carro foram rompidos no sábado, e não foi bem fechada quando o trem chegou em Giurgiu, um porto do Danúbio que faz fronteira com a Bulgária.

Tohan Zarnesti, a empresa romena que estava enviando as ogivas, produz munições de artilharia, mísseis terra para terra e ar para mísseis terra e ogivas para mísseis 122 milímetros.

Fonte: News.com 

domingo, 17 de julho de 2011

Era Brasil: Começa a construção dos Submarinos brasileiros

A presidente Dilma Roussef participou neste sábado, em Itaguaí, região metropolitana do Rio de Janeiro, da cerimônia que marca o início da construção de quatro submarinos convencionais brasileiros (S-BR), com tecnologia francesa. Os submarinos são da classe Scórpene, e são um dos itens do acordo que o Brasil assinou com a França há 2 anos e meio.

"A produção representa uma posição estratégica do Brasil diante do fortalecimento da sua indústria, da capacitação de nosso País, da nossa capacidade de construir alianças internacionais", disse a presidente.

A Marinha estima que 36 mil itens usados na construção desses submersos serão produzidos por 30 empresas brasileiras. Os equipamentos nacionais vão desde quadros elétricos, válvulas de casco e bombas hidráulicas até sistemas de combate e de controle, motores elétricos e a diesel e baterias de grande porte.

O documento bilateral deu origem ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha brasileira, que tem como um dos principais objetivos a produção de outro tipo de submarino, movido à energia nuclear. Isso porque o mesmo método, técnicas e processos, e parte dos equipamentos desenvolvidos para a construção desses quatro submarinos convencionais, serão usados também na construção do submarino de propulsão nuclear brasileiro (SN-BR).

"O grande mérito e objetivo dessa parceria é a transferência de tecnologia e a aliança estratégica. Nesse projeto, temos um objetivo fundamental, que é fortalecer e capacitar a Marinha em dois aspectos: na sua modernização, ao se tornar capaz de dominar a tecnologia de produção de submarinos de propulsão nuclear no quadro de defesa nacional, e jamais de ataque. E tornar a Marinha capaz de proteger nosso povo e garantir ambiente pacífico e segurança de nossas riquezas naturais", disse Dilma.

O primeiro submarino deve ser concluído em 2016, mas só será entregue à Marinha no ano seguinte, depois dos testes de cais. Os outros três serão entregues no intervalo de um ano e meio. O SN-BR só fará parte da frota brasileira em 2023. Como o Brasil desenvolverá o reator nuclear, o País vai passar a integrar o grupo enxuto de nações que detêm esse tipo de tecnologia (China, Rússia, França, Estados Unidos e Reino Unido).

Mas, antes do início da produção dos submarinos, serão construídos um estaleiro e uma base naval para abrigar essas embarcações e a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem). A previsão é de que essas unidades, que serão construídas na Ilha da Madeira, no município de Itaguaí, sejam entregues até o final de 2014.

E os Caças?
O governo brasileiro não revisará as ofertas para a compra bilionária de caças de combate antes do início do próximo ano, disse no sábado (09/07) o ministro da Defesa, Nelson Jobim. O ministro havia afirmado em fevereiro deste ano que o corte no Orçamento não teria impacto na decisão sobre o Projeto FX-2, que prevê a compra de um pacote tecnológico relativo a caças para Aeronáutica.

"Vamos examinar isso no início do próximo ano. Neste momento, estamos focados apenas na agenda doméstica", disse Jobim, durante um fórum empresarial no sul da França. O Brasil, que quer modernizar sua força aérea, está avaliando as ofertas da francesa Dassault Aviation, da americana Boeing e da sueca Saab.

Para executar uma transferência de tecnologia semelhante, a americana Boeing e a sueca Saab devem receber a autorização dos Congressos de seus países. A compra dos caças deve custar mais de R$ 10 bilhões e Dilma pretende ouvir setores de fora do governo, principalmente a Embraer, e criar um grupo interministerial que examine a compra dos caças, reanalisando os argumentos da Força Aérea Brasileira (favorável ao modelo sueco, Saab Gripen) e da Defesa (pró-Dassault Rafale, da França).

Fonte: Terra

Editorial Sempre Guerra: Olá a todos! Depois de um tempo parado, o Projeto Sempre Guerra vem retornando, pouco á pouco, vou colocando a casa em ordem! 

Sobre o post de hoje, antes de mais nada, gostaria de deixar bem claro que o Brasil nunca parou seu projeto de modernização militar como muitos falam. Realmente, são projetos que envolvem muito dinheiro e muitos interesses externos nos quais ninguém verá na mídia. 

Também tem a questão de tempo, devido as reestruturações da economia e "planos de Austeridade" que passamos nos anos 80 e 90 (e que alguns países da Europa e futuramente os EUA passarão), o Brasil teve o sucateamento de suas Forças Armadas e hoje temos que "correr contra o tempo" para recuperar o tempo perdido e os 3 poderes militares pedem modernizações com urgência.

Sobre os caças, o Brasil deve aceitar o "pacotão do Obama" que deve vender seus caças, tanques, artilharias e alguns barcos de guerra a preços promocionais em troca de financiamentos e "facilidades" do governo brazuca e deve ser umas das cartas na mão de Obama para as próximas eleições em que ele concorrerá a reeleição... Isto se não derrubarem ele antes, o Default da Economia americana pode chegar dia 2 de agosto =)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Sem acordo, os EUA sofrerão crise maior que a de 2008


Em entrevista a Terra Magazine, Carlos Thadeu de Freitas, ex-diretor do Banco Central brasileiro, traduz as consequências do impasse entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e os adversários republicanos. Para o especialista, caso os oponentes não cheguem a um acordo a respeito do teto da dívida do país, a economia norte-americana pode viver "recessão maior do que a de 2008", quando o país desencadeou uma crise global.

Para manter suas contas em dia, o governo Obama propôs um aumento do teto da dívida, atualmente em US$ 14,3 trilhões - valor alcançado em maio deste ano. Os republicanos oferecem como solução, um corte de gastos do governo e Obama defende o aumento de impostos sobre os mais ricos.

O economista aposta no meio termo entre as duas propostas. No entanto, adianta que os republicanos vão estressar os limites de prazos impostos pelo governo para obterem algum ganho com as negociações. "Eu acho que vão chegar a um ponto comum: cortar um pouco de gastos, talvez gastos militares, e aumentar alguns impostos sobre os ricos. Porque realmente não há alternativa para equilibrar o orçamento".

Leia a entrevista completa no Terra Magazine.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Atentados na Índia

Série de atentados ocorrendo na Índia.

Até o momento, 20 mortes e mais de 113 feridos.


As explosões ocorreram quase de maneira simultânea em três pontos diferentes do centro e sul da cidade, como explicou o chefe de Governo regional, Prithviraj Chavan, citado por vários meios de imprensa do país asiático.

Em declarações à imprensa, o ministro do Interior indiano, P. Chidambaram, classificou as ações de "ataque coordenado de terroristas" e pediu à população que guarde com calma.

Segundo o Interior, a primeira explosão ocorreu por volta às 18h45 no horário local (10h15 de Brasília) e as seguintes ocorreram no intervalo de apenas 20 minutos.

As detonações ocorreram em um mercado e uma ópera na parte meridional da urbe e em um veículo no centro de Mumbai, capital financeira da Índia.

Os pontos atacados são áreas movimentadas e residenciais. As forças de segurança estão investigando o que ocorreu e as autoridades declararam estado de alerta máximo na cidade.

Mumbai sofreu entre os dias 26 e 29 de novembro de 2008 um ataque múltiplo contra diversos alvos, como hotéis de luxo, uma estação de trens e um centro judeu de reza que causou a morte de ao menos 166 pessoas.

Aquele ataque, executado por um comando de dez terroristas, foi atribuído pelas autoridades indianas a um grupo com base no Paquistão e motivou o congelamento das relações entre os dois países vizinhos. A cidade foi alvo de outros grandes atentados no passado.

Com informações da Agência EFE.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sempre Guerra Está de Volta!

Caros, após alguns meses de hibernação, o projeto do Blog está de volta!

Hoje, já temos um novo Banner de apresentação, baseado nas revoltas da Primavera Árabe.

Fiquem conosco, muitas novidades em breve!

Yusuke
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