terça-feira, 17 de março de 2015

RÚSSIA LANÇA EXERCÍCIOS MILITARES COM MILHARES DE SOLDADOS

Manobra no Ártico e em outras regiões vem como demonstração de força em meio a estremecidas relações com o Ocidente. Após boatos, presidente Vladimir Putin faz primeira aparição pública em dez dias.

As Forças Armadas da Rússia iniciaram nesta segunda-feira (16/03) manobras militares no Ártico e em outras regiões, numa aparente demonstração de força ordenada pelo presidente Vladimir Putin.

Os exercícios, que envolvem 38 mil soldados, mais de 50 navios e submarinos e 110 aeronaves, têm como objetivo pôr à prova a prontidão da Frota do Norte e a capacidadedas Forças Armadas de colocar tropas adicionais em ação.

O ministro russo da Defesa, Sergei Shoigu, disse que "os novos desafios e ameaças militares exigem um aumento das competências das Forças Armadas". Os exercícios, que devem durar cinco dias, também devem testar a capacidade das Forças Armadas de reforçar sua presença nos arquipélagos de Nova Zembla e Terra de Francisco José e de proteger as fronteiras do território russo por terra, ar e mar.

Outras tarefas incluem o transporte aéreo de tropas de operações especiais para localidades distantes e esforços para conter manobras inimigas.

Exercícios militares também ocorrem em outras partes do território russo. Cerca de 3 mil soldados foram enviados à ilha Sacalina, à península de Kamchatka e a outras regiões no Extremo Oriente. A Força Aérea russa também executou manobras no sul da Sibéria.

Os exercícios ocorrem em meio ao conflito entre separatistas pró-Rússia e tropas de Kiev no leste da Ucrânia, que aumentou as tensões entre a Rússia e o Ocidente. Os Estados Unidos planejam realizar, ainda neste mês, manobras militares em conjunto com as Forças Armadas da Estônia, Lituânia e Letônia.

O presidente Putin fez nesta segunda-feira a sua primeira aparição pública após uma ausência de dez dias, que havia gerado especulações sobre seu estado de saúde.

Com uma aparência um tanto pálida, o presidente compareceu a um encontro com o presidente do Quirguistão, nos arredores de São Petersburgo. "Sem esses rumores, não teria graça", afirmou o presidente, se referindo aos boatos.

FONTE: http://www.dw.de/r%C3%BAssia-lan%C3%A7a-exerc%C3%ADcios-militares-com-milhares-de-soldados/a-18318462

EMPRESA PRIVADA COLOCA DEFCON STATUS EM 3!

Empresa de monitoramento de segurança mundial elevou ontem as condições de uma ameaça nuclear aos EUA para 3, condição de prontidão nuclear!

A condição de prontidão defesa ( DEFCON ) é um estado de alerta usado pelos Forças Armadas dos Estados Unidos, classificados em 5 códigos, sendo o 5  o mais baixo estado de prontidão e o 1 como guerra nuclear iminente, conforme a tabela abaixo, extraído do site Wikipédia:


Já a Defcon Warning System, é uma empresa privada que monitora os acontecimentos mundiais e avalia as ameaças nucleares contra os Estados Unidos por entidades nacionais. Não é filiado a nenhum órgão do governo e não representa o estado de alerta de qualquer ramo militar. O público deve fazer suas próprias avaliações e não confiar no sistema de aviso DEFCON para qualquer planejamento estratégico. Em todos os momentos, os cidadãos são convidados a aprender quais as medidas a tomar em caso de um ataque nuclear.

Vejamos o relatório publicado no site da empresa Defconhttp://www.defconwarningsystem.com/

Este é o sistema DEFCON Warning. Estado de alerta para 01:51 segunda - feira, 16 março de 2015. Condição Amarelo. DEFCON 3. Condição Amarelo. DEFCON 3. Condição Amarelo. DEFCON 3.

Atualmente não há ameaças nucleares iminentes contra os Estados Unidos, neste momento, no entanto, a situação está fluindo consideravelmente e pode mudar rapidamente.

Nós continuamos a monitorar o tráfego de rádio militar incomum e preocupante, incluindo o que parecem ser compromissos com atores hostis. Além disso, os relatórios de rádio monitorados indicar um alerta de base aumentada e envolvimento da Força Aérea canadense.

Ressalta-se que não podemos confirmar o que realmente está acontecendo, e não temos nenhuma palavra oficial sobre os acontecimentos. Temos de reagir às informações na mão.

Vamos continuar a atualizar informações.

Conforme foi diagnosticada pela empresa Defcon, nossa equipe também conseguiu rastrear informações estranhas em rádios militares em ondas curtas, tanto dos EUA quanto da Rússia. Mas acreditamos ser parte de treinamentos de ambos os lados, conforme foi divulgada na mídia.

Qualquer informação traremos aqui no SEMPRE GUERRA!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

BOKO HARAM ATACA CAMARÕES E AMEAÇA NÍGER! NIGÉRIA RECUPERA DUAS CIDADES DO GRUPO TERRORISTA!

Boko Haram em guerra extrema contra Camarões, Nigéria, Níger e Chade. Em ataque mal sucedido no Camarões, 86 terroristas e 5 soldados camaroneses foram mortos. O grupo terrorista ameaçou atacar Níger e a Nigéria recupera 2 cidades que eram controladas pelos terroristas

O EXÉRCITO CAMARONÊS MATA 86 JIHADISTAS BOKO HARAM
- Cinco soldados camaroneses foram mortos na segunda-feira no norte de Camarões em uma série de confrontos com o grupo terrorista.
- Mais de 1.000 "pessoas supostamente ligadas ao grupo islâmico nigeriano Boko Haram se encontram detidos na prisão em Maroua.
Cinco soldados camaroneses foram mortos na segunda-feira no norte de Camarões em "uma série de confrontos" com o grupo islâmico nigeriano Boko Haram, que mataram 86 combatentes, disse o Exército camaronês.

"Houve uma série de confrontos" na segunda-feira perto de Waza (norte) entre combatentes do Boko Haram e soldados camaroneses, disse o coronel Didier Badjeck, responsável pela comunicação do Ministério da Defesa.

O balanço oficial é de "5 mortos" entre os militares e "86 atacantes mortos."

"Mais de 1.000" pessoas supostamente ligadas ao grupo islâmico nigeriano Boko Haram se encontram detidos na prisão em Maroua, bastião da região do norte dos Camarões, por sua vez informou um alto funcionário militar.


TROPAS DA NIGÉRIA RECUPERAM DUAS CIDADES DO CONTROLE DO BOKO HARAM
Soldados nigerianos, com a cobertura de ataques aéreos, conseguiram recapturar duas cidades das mãos do Boko Haram nesta segunda-feira, ao mesmo tempo em que tropas dos Estados Unidos e de países vizinhos deram início a exercícios de guerra no vizinho Chade, como parte de uma crescente campanha internacional para combater o grupo islamita.

No entanto, os guerrilheiros do Boko Haram, que já mataram e sequestraram milhares de pessoas durante seis anos de insurgência no país mais populoso da África, conseguiram atacar um campo militar perto de Waza, no norte de Camarões, ferindo vários soldados.

“Os feridos estão sendo retirados. Os insurgentes foram impedidos”, disse um militar camaronês a repórteres em Maroua, cidade logo ao sul da inquieta região do Lago Chade, onde Nigéria, Níger, Chade e Camarões dividem fronteiras.

Após serem alvejados, os soldados de Camarões, onde 100 pessoas foram massacradas em um ataque do Boko Haram na região de fronteira há duas semanas, reagiram matando vários guerrilheiros e capturando um veículo blindado para transporte de tropas, disse o oficial.

Tropas apoiadas por aeronaves conseguiram recapturar a cidade de Monguno, no nordeste da Nigéria e às margens do Lago Chade, disseram os militares em comunicado. Monguno havia sido capturada pelo Boko Haram em uma ofensiva no mês passado, quando Maiduguri, a capital regional, também foi atacada.

“A operação em ar e terra continua com avanços agressivos em direção a outras comunidades escolhidas e localizações que devem ser limpas na ofensiva em andamento contra os terroristas”, disse o porta-voz da Defesa, o major-general Chris Olukolade.

O Exército também capturou a cidade próxima de Marte, disse o comunicado.


BOKO HARAM FAZ NOVA AMEAÇA AO NÍGER
O grupo terrorista nigeriano Boko Haram fez nova ameaça ao vizinho Níger após o governo do país prometer enviar tropas para ajudar no combate aos extremistas islâmicos. Em tradução publicada pelo grupo de inteligência SITE, o Boko Haram afirmou que seus combatentes estão preparados para lançar ataques suicidas no Níger.

Nos últimos dez dias, militantes do Boko Haram lançaram atentados na cidade de Diffa, no sudeste do Níger, mas não houve registro de ataques na capital do país, Niamey.

A nova ameaça vem num momento em que autoridades do Níger e de outros países vizinhos se reúnem em Camarões para discutir uma ofensiva militar conjunta contra o Boko Haram.

Há cinco anos, o Boko Haram combate forças do governo nigeriano. Mais recentemente, porém, o grupo passou a ampliar sua atuação em países como Camarões, Nigéria e Chade. 

EGITO ATACA ESTADO ISLÂMICO NA LÍBIA! ITÁLIA REAGE COM CAUTELA!

Ataque egípcio seria retaliação a morte de 20 coptas do Egito na Líbia. Itália pede moderação, mas retira seus cidadãos da antiga colônia de Roma

O Egito anunciou uma série de bombardeios contra alvos do grupo extremista Estado Islâmico (EI, ex-Isis) na Líbia. Nas últimas horas, foram realizados três ataques, de acordo com fontes locais. Um porta-voz do comando da aviação líbia garantiu que os ataques atingiram alvos do EI e de seu aliado Ansar al-Sharia na cidade de Derna, entre eles um campo de treinamento e um depósito de armas. Ao menos 60 militantes teriam morrido, incluindo três líderes do EI. Os bombardeios também atingiram Bengasi e Sirte.

Os ataques foram iniciados em resposta à divulgação de um vídeo do EI com a decapitação de ao menos 20 cristãos coptas egípcios na Líbia, país que tem sofrido com o avanço dos jihadistas nos últimos dias.

No entanto, o bombardeio tem sido visto com receio pela comunidade internacional. O presidente da França, François Hollande, afirmou durante um telefonema ao líder egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, que é "importante que o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reúna e que a comunidade internacional decida juntamente sobre as medidas para combater o EI".

Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores do Egito pediu para que todos os países "assumam suas responsabilidades e adotem medidas contra o Estado Islâmico", o qual representa uma "clara ameaça para a segurança e para a paz internacional". O Cairo também afirmou que está exercendo seu direito, reconhecido pela ONU, "de defender os próprios cidadãos no exterior".

Itália

O governo italiano, por sua vez, está preocupado com a situação na Líbia e tem acompanhado de perto o desenrolar dos acontecimentos no país, que já foi colônia de Roma e que concentra centenas de cidadãos da Itália.

O primeiro-ministro Matteo Renzi também conversou por telefone com Sisi e destacou que "este não é o momento para uma intervenção militar". "Fico feliz que não existam divisões no país sobre a condução da política externa. Veremos o que fazer quando chegar o momento ideal. Mas é bom que, diante de uma situação de política externa tão delicada, o país não comece a discutir internamente", disse Renzi.

Assim como o presidente francês, Renzi sugeriu que os países aguardem uma decisão do Conselho de Segurança da ONU. "Há três anos, a situação na Líbia está fora de controle. Se a comunidade internacional quiser, tem todos os instrumentos para intervir no país. A proposta é esperar o Conselho. A força da ONU é, sem dúvida, maior que as milícias radicais", comentou.

O ministro do Interior da Itália, Angelino Alfano, também convocou uma reunião extraordinária sobre imigração e terrorismo, após os acontecimentos na Líbia. Desde sexta-feira (13), o governo italiano está retirando cidadãos do país que vivem na Líbia. O momento de tensão se agravou após o EI fazer um pronunciamento no fim de semana incluindo a Itália em sua lista de inimigos e chamando o chanceler Paolo Gentiloni de "ministro da Itália da cruz".

EUA LIMITAM INFORMAÇÕES SOBRE IRÃ PARA ISRAEL!

Impasse sobre o programa nuclear iraniano continua sendo um ponto de divergência entre Israel e EUA. Os americanos querem diálogos e os israelenses querem a suspensão imediata do programa. 

Os Estados Unidos começaram a limitar a quantidade e a qualidade da informação compartilhada com Israel sobre as atuais conversas que as potências mantêm com o Irã sobre seu programa nuclear, publicou nesta segunda-feira o diário "Ha'aretz". 

Citando destacadas fontes oficiais envolvidas na questão, assinalou que os EUA consideram, aparentemente, que os dois países têm um conflito de interesses em relação à questão iraniana. Enquanto o presidente americano, Barack Obama, é partidário da continuidade da negociação para chegar a um acordo com o Irã, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, defende impedir um pacto que considera "ruim" enquanto não o programa nuclear iraniano não for totalmente suspenso. 

De acordo com "Ha'aretz", uma das principais razões para limitar a informação é o temor de vazamentos e que Netanyahu as utilize para fins políticos e tente sabotar as conversas entre o Irã e o Grupo 51. 

Os EUA têm a impressão que, nas últimas semanas, a informação dada a Israel sobre o diálogo, como uma nova proposta do Irã sobre o número de centrífugas que pretende manter, terminou na imprensa israelense, no que parece uma tentativa de Netanyahu de desestabilizar as negociações, segundo o jornal. 

Destacas fontes oficiais israelenses garantiram que os americanos continuam a deixar os israelenses cientes sobre a discussão, mas que a informação que passam é de "menor resolução". 

O Canal 2 da televisão israelense também mencionou que tanto a Casa Branca como o Departamento de Estado rebaixaram de maneira considerável a comunicação com Israel sobre a questão. Ambas as instituições americanas se apressaram a negar qualquer decisão nesse sentido e assinalaram que mantêm contatos regulares com os israelenses, embora não tenham detalhado sobre quais assuntos ou o grau de conteúdo da informação facilitada. 

O Escritório do primeiro-ministro israelense afirmou que "a relação estratégica entre Israel e EUA continua sendo profunda, e como parte dos estreitos laços, esta semana o assessor de Segurança Nacional, Yossi Cohen, se reunirá com sua colega na Casa Branca, Susan Rice, e a vice-secretária de Estado, Wendy Sherman". A suposta limitação na informação recebida por Israel é mais um ponto da tensão originada pelo discurso que Netanyahu deve pronunciar no Congresso americano em março, a convite dos republicanos, sobre a questão iraniana.

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